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Ministério aumenta piso e professores querem reajuste de quase 30% em Campo Grande

Primeiro encontro dos sindicalistas com prefeito será na segunda-feira

13 JAN 2017
Thiago de Souza
09h30min
Diretoria da ACP e secretária discutem reajuste salarial Foto: ACP

O piso nacional do magistério passou de R$ 2.135,64 para R$ 2.298, referentes a 40 horas semanais e foi anunciado pelo ministro da Educação Mendonça Filho, nesta quinta-feira (12). Com essa referência definida, está aberta a temporada de negociações entre prefeitura da Capital com os professores, que pedem correção de cerca de 30% nos salários.

O presidente da ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação), Lucílio Nobre disse que a categoria vem perdendo nos últimos três anos, já que em 2015 o reajuste foi zero e em 2016 foi de apenas 3,31%. ''No ano passado o reajuste do piso nacional foi de 11,36% e nós tivemos apenas 3,31%'', lembrou o sindicalista. A lei do piso, segundo o dirigente não foi cumprida porque a prefeitura não repassou o dinheiro. 

Lucílio disse que o primeiro encontro com a nova gestão será na próxima segunda-feira, às 8 horas. ''Tenho percebido boa vontade do prefeito, da secretária de Educação e de toda a equipe. Vamos começar a abrir um diálogo'', contou Nobre. Ele ainda complementou que a lei do piso tem vigência em janeiro, mas a data base da categoria na cidade é somente em maio, o que segundo ele dá um 'fôlego' para o prefeito discutir o reajuste.

Nobre, no entanto, lembra que  o Município de Campo Grande tem um compromisso com a educação municipal e que no ano passado  foi definido que na primeira quinzena de fevereiro o poder executivo iria apresentar um cronograma à Câmara Municipal para discutir como poderá ser cumprida a valorização de cerca de 30% no salário dos docentes.

 

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