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Concursados se reúnem com Marquinhos e pedem cumprimento de portaria federal

O grupo pede a adequação da lei para exercer a função de professora

9 JAN 2017
Dany Nascimento
10h54min
cidade-morena-interna1
semana do transito

Concursados que prestam serviço em Ceinf's (Centro de Educação Infantil) da Capital, se reuniram na frente da prefeitura municipal de Campo Grande, na manhã desta segunda-feira (9), solicitando diálogo com o prefeito Marquinhos Trad (PSD), para pedir o cumprimento de uma portaria do governo federal a respeito da função que exercem.

Elas foram aprovadas há 10 anos para exercer o cargo de educador infantil e assistente de berçário. Porém, uma portaria federal, de 2011, estabelece que as profissionais sejam adequadas à função de professora.

O Chefe do Executivo recebeu uma comissão de três pessoas formada pelo grupo e solicitou uma reunião para às 13 horas no paço Municipal, garantindo que dados serão levantados para verificar o impacto que a adequação da lei e destacou que vai buscar meios jurídicos para a possibilidade de atender a solicitação.

"Ele recebeu a comissão de imediato, quando chegamos aqui já fomos recebidos e o prefeito disse que tem que ver o impacto que isso deve gerar ao município, mais demonstrou total interesse em buscar meios para atender a solicitação. Vamos nos reunir novamente às 13 horas com ele, que vai fazer um levantamento para conversar novamente", disse Marcia.

Conforme Marcia, no total 125 concursados pedem a adequação da lei, mas o ex-prefeito Alcides Bernal (PP) havia feito cálculo errado e disse para os trabalhadores que não poderia fazer a adequação porque o impacto na folha seria muito grande. "O Alcides Bernal tinha feito um cálculo colocando outras 100 pessoas que não existem, calculou o valor acima da realidade e por isso dizia que era impossível de fazer a adequação da lei", explica Marcia.

Licnês Gomes Eufrásio afirma que todos já tem contato direto com crianças e realizam a função de professores, falta apenas serem adequadas na função que já exercem. "Já trabalhamos como professoras, mas fomos cadastradas como administrativas, somos pessoas qualificadas para exercer a função, muitos tem pós-graduação, tem mestrado. Precisamos que a adequação seja feita".

 

 

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