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Dia Mundial contra a Aids terá palestras, visitas e distribuição de panfletos na Capital

A Associação das Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul realiza uma panfletagem no corredor central da UFMS

1 DEZ 2016
Dany Nascimento
09h22min
Foto: Divulgação

O dia Mundial de Luta contra A AIDS (1º de dezembro) será marcado por campanhas de conscientização e acompanhamento dos grupos de risco e população de modo geral. A Secretaria Municipal de Saúde Pública, por meio do Centro de Triagem e Aconselhamento (CTA) desenvolve ações específicas de conscientização sobre a doença e os métodos de evitá-las. As ações serão centralizadas no CTA.

O local oferecerá atendimento de rotina, acompanhado de um café da manhã para os usuários do serviço, que centralizará as ações que se desenvolverão no CEDIP e no Hospital Dia, das 7h às 17h. Além disso, equipes devem prestar atendimentos  nos terminais de transbordo (ônibus urbanos) em ação de conscientização e distribuição de material informativo.

A Associação das Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul realiza uma panfletagem no corredor central da UFMS das 13h às 17 hs.  A partir das 22 horas serão realizadas visitas técnicas para orientação e conscientização em Saunas, Casas de Massagens e Locais de trabalho dos(as) profissionais do sexo, com aplicação de teste de fluído oral e distribuição de preservativos masculino e feminino, gel e folders,  através de uma parceria com a Organização Não Governamental (ONG) Ibis,

Confira a programação completa:

7h às 17h

CTA - CEDIP e  Hospital Dia  – Atendimento de rotina,  no CTA início da manhã com café de boas-vindas para os usuários.

13h - 17h

Panfletagem no corredor Central da UFMS, ATMS – Associação das Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul ( Fluido Oral das ONG’s )

18 horas

UFMS

Aids Hoje: diálogos interdisciplinares

Prof. Dr. Ana Rita Coimbra Motta Castro

CCBS/UFMS/Fiocruz-MS

Prof. Dr. Tiago Duque

CCHS/PPGE-CPAN

Prof. Dr. Guilherme Rodrigues Passamani

CCHS

Mediador: Prof. Dr. Marcelo Victor Rosa

CCHS

22h a 01h

Vista técnica e entrega de insumos,

• Sauna

• Profissionais do sexo

• Casa de Massagem

Sobre a Aids

Em Campo Grande no ano de 2015 foram notificados 235 casos novos de HIV com incidência de 27.53/100.000 hab e de AIDS foram notificados 176 casos, com incidência de 20.62/100.000 hab. Até de 05 de maio de 2016 foram notificados 12 casos novos de HIV (5.27/100.000) e 31 de casos AIDS (3.63/100.000 hab). Fonte: SINAN/CGVS/SVE/SESAU/PMCG-MS

Cerca de 30% das pessoas com o vírus da Aids não sabem que têm a doença por não serem testadas (dados do Ministério da saúde)

Acompanhamento médico

O acompanhamento médico da infecção pelo HIV é essencial, tanto para quem não apresenta sintomas e não toma remédios (fase assintomática), quanto para quem já exibe algum sinal da doença e segue tratamento com os medicamentos antirretrovirais, fase que os médicos classificam como aids.

Exames de rotina

No atendimento inicial são solicitados os seguintes exames: sangue (hemograma completo), fezes, urina, testes para hepatites B e C, tuberculose, sífilis, dosagem de açúcar e gorduras (glicemia, colesterol e triglicerídeos), avaliação do funcionamento do fígado e rins, além de raios-X do tórax.

Atualmente no CEDIP e Hospital Dia Esterina Corsini – NHU

A partir de julho de 2016, os casos novos de HIV em adultos sem co-infecções, poderão ser acompanhados no CTA, UBS Moreninha, UBS Dona Neta, UBS 26 de Agosto, UBS Cel Antonino, UBSF Itamaracá, UBSF Macaúbas, UBSF Iracy Coelho. Vale salientar que as UBS atendem a população de qualquer região e as UBSF atendem a população da área adstrita.  O tratamento inicial do HIV custa ao SUS aproxidamente 1.500 reais por paciente/mês.

Estima-se que 17 milhões de pessoas tenham chegado ao final de 2015 (mundo) com acesso a medicamentos antirretrovirais capazes de salvar vidas. Isso significa que, em um período de 12 meses, 2 milhões a mais de pessoas passaram a ter acesso ao tratamento.

O aumento extraordinário do tratamento antirretroviral desde 2010 por muitos dos países mais afetados do mundo reduziu as mortes relacionadas à AIDS de 1,5 milhão em 2010 [1.3 milhão–1.7 milhão] para 1,1 milhão [940 000–1.3 milhão] em 2015. À medida que mais países adotam as novas diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), para tratar imediatamente todas as pessoas com diagnóstico de HIV, grandes benefícios de saúde pública estão sendo realizados para indivíduos e para a sociedade em geral.

Quanto a estimativa de novos casos futuros, é praticamente impossível estabelecer isso, já que este dado depende não é estático.

Evitar a doença não é difícil. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa, agulha e outro objeto cortante com outras pessoas. O preservativo está disponível na rede pública de saúde.

 

 

 

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