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Prefeito afirma ser ilegal reduzir carga horária na Saúde: ‘é Lei Federal’

"Hoje no Brasil há cinco mil municípios e somente um implantou isso", disse

7 OUT 2017
Liziane Berrocal e Rodson Willyams
13h30min
Foto: Rodson Willyams

Após agentes de saúde e agentes de endemias fazerem manifestação na Câmara Municipal solicitando que seja estudada a redução da carga horária e trabalho da categoria, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) afirmou que tudo é uma ‘questão judicial’. 

"Há uma Lei Federal que diverge sobre esse pedido, a gestão anterior juntamente com o secretário e o presidente do Sindicado procuraram atender essa solicitação e foram barrados pelo Ministério Público Estadual e estão respondendo isso na Justiça", explicou o prefeito. Assim, ele defende o posicionamento contrário à diminuição da carga horária. 

De acordo com Marquinhos, se a comissão for criada por vereadores e for até ele, será atendida. "Se der aval que não vai prejudicar Campo Grande e que eu não estarei ferindo a lei, eu posso atender. Mas tudo depende do respaldo do MPE e da Justiça", garantiu. 

"Hoje no Brasil há cinco mil municípios e somente um implantou isso", disse. 

Capitaneados pelo SISEM (Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Campo Grande) os agentes foram até a Câmara dos Vereadores com carros de som e fogos para reivindicar nova carga horária para a categoria. O protesto aconteceu durante a sessão de quinta-feira (5) e foi solicitada a criação de uma comissão para conversar com o Executivo Municipal.

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