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Campo Grande

19/10/2017 15:24

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Prefeitura retoma obra do macroanel com drenagem e trecho final

Ficará mais fácil o acesso às empresas instaladas no Distrito Industrial de Indubrasil e no Polo Empresarial Oeste

Foram retomadas as obras de implantação do braço norte do macroanel rodoviário, um trecho de 24 quilômetros que vai ligar as saídas de Cuiabá (pela BR-163) e Rochedo (MS-080). Será possível chegar as saídas para Corumbá (BR-262), Sidrolândia (BR-060) e ter uma alternativa ao anel rodoviário  para chegar a saída para  São Paulo e região sul do Estado (BR-163).  Serão investidos quase R$ 13 milhões, recursos no DNIT,  neste trecho do macroanel  iniciado há seis anos.

Hoje, parte do tráfego pesado, formado por caminhões e carretas carregados de grãos e insumos agrícolas (defensivos, calcário), passa por vias urbanas como as avenidas Cônsul Assaf Trad, Mascarenhas de Moraes e Euller Azevedo, o que aumenta o risco de acidentes e reduz a durabilidade do  pavimento. Também ficará mais fácil o acesso às empresas instaladas no Distrito Industrial de Indubrasil e no Polo Empresarial Oeste.

A expectativa é de que  este braço do macroanel,  com obras interrompidas desde o ano passado,  fique pronto em um ano, com  previsão de serem investidos  R$ 12,9 milhões, recursos do DNIT (Departamento Nacional Infraestrutura de Transporte), alocados  em um convênio de 2012 e que foi prorrogado até maio de 2018.ObrasAnelMarlon (4)

Já foi removida e realinhada as cercas de 7 hectares de últimas duas propriedades , com faixa de terra no traçado projetado do anel,   que foram desapropriadas. O trecho final da pista foi aberto. Equipes da empreiteira estão trabalhando na implantação de dois colchões de drenagem, em um local onde foram identificadas nascentes de água.

Desde segunda-feira (17) as equipes da empreiteira trabalham na  construção de um colchão de drenagem feito de pedra com 200 metros de extensão e um metro de altura. Está prevista uma segunda estrutura do mesmo tamanho. Estes “colchões” servirão para  escoar  a água de duas nascentes que sairão por dois drenos laterais. Isto evitará que a água aflore, derrube o aterro e abra uma erosão na futura pista.

Entraves

Para que a obra fosse retomada, a prefeitura teve que resolver várias pendências: prorrogou por mais um ano o convênio que venceu em maio;  incluiu estas obras de drenagem não previstas originalmente, além  de  ter promovido  mudanças  no projeto da  rotatória planejada para a MS-080, que precisou ser alterado para se adequar a  duplicação da rodovia neste trecho em andamento . A  pavimentação da MS-010 (para Rochedinho) gerou a necessidade de uma rotatória no trecho  em que o anel cruza com a rodovia.

Estas obras adicionais exigiram reprogramação financeira, aprovada pelo DNIT, que autorizou  um aditivo financeiro de R$ 3.776.00,00, incluindo  reajuste contratual (as planilhas estavam defasadas)  e custeio destas obras adicionais.

No trecho final do braço norte do macroanel   também está prevista uma rotatória de acesso à BR-163, mas a concessionária que administra a rodovia federal estuda construir um viaduto no local.

 Homologação

Só no final do mês de julho foi homologado o acordo judicial  para o pagamento das indenizações e com isto foi concluída a desapropriação de das últimas  duas áreas (uma de 1,2 hectare e outra de 6 hectares) com trechos no traçado do macroanel.

O trecho  norte  do macroanel foi iniciado em 2011, orçado  em R$ 29,2 milhões e tem 24 quilômetros e duas pontes.  Mais de 68% da obra já está concluída. O traçado planejado atravessa 180 hectares distribuídos em 46 propriedades. Houve acordo sobre indenização com  29 proprietários. Das 17 negociações levadas à Justiça, o Judiciário concedeu 15 liminares e garantiu a emissão em favor do município.

 Andamento das obras

Conforme o relatório do engenheiro fiscal da obra, 87,30% da terraplanagem já foi feita; 63,55% da pavimentação e 72,97% da drenagem, além de terem sido concluídas as duas pontes planejadas (sobre os córregos Botas e Ceroula).

Do valor total previsto para investimento, R$ 26.440.565,17 são de responsabilidade da União, enquanto o município entra com a contrapartida de R$ 2.827.949,02, basicamente destinada as despesas com desapropriações.

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