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Acadêmicos da UFMS protestam contra atraso na restauração de ponte interditada

Sem a obra pronta, alunos precisam caminhar por até 500 metros até chegar a área de estudos laboratoriais

14 MAR 2018
Celso Bejarano e Dani Nascimento
09h25min
Foto: Dany Nascimento

Acadêmicos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) protestam na manhã desta quarta-feira (14) pela restauração de uma ponte que liga o bloco conhecido como Esan ao restante do prédio da instituição, em Campo Grande. A obra devia ser concluída em fevereiro, mês passado, conforme os manifestantes, mas até agora não há previsão para ficar pronta.

Sem a ponte, estudantes que precisam ir diariamente ao bloco Esan, de estudos laboratoriais, precisam caminhar por fora da universidade, indo da Avenida Costa e Silva até a Avenida Filinto Muller, que passa em frente ao Hospital Universitário.

O bloco Esan é frequentado por centenas de alunos que cursam Administração, Turismo, Economia, Química, Biologia e Medicina. Com a ponte interditada, os acadêmicos precisam sair de onde estão e caminhar por até 500 metros para seguirem até o restaurante ou biblioteca, por exemplo.

Universitária que lidera o manifesto que conta com ao menos 50 alunos afirmou que no fim do semestre passado, em dezembro, a direção da UFMS informou que a ponte, parte dela construída com madeira, já deveria ser reformada no ano passado.

“Já é a quarta vez que disseram que a obra seria restaurada, mas até agora, nada”, afirmou a acadêmica que, por temer represália da reitoria, não quis se identificar.

Com a obra parada, o comando da universidade disponibilizou dois micro-ônibus para transportar os alunos. Ocorre que, segundo a líder do protesto, os veículos não acomodam todos os estudantes e tem horário definido para fazer o trajeto. Isso prejudica alunos, por exemplo, que trabalham ou têm outros compromissos fora do campus.

Os manifestantes disseram também que querem no protesto, centrado na avenida Filinto Muller, perto do hospital, a presença da coordenadora de projetos estudantis da UFMS, Ana Rita.

Eles contaram contaram também que tentaram se reunir com representantes da reitoria, mas não conseguiram. O ato não tem hora certa para acabar.

 

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