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Marquinhos sanciona reajuste de 7,64% para professores e aposta em um 'novo momento'

O índice será parcelado e a maior parte será paga em dezembro

14 JUL 2017
Rodson Willyams
14h43min
Foto: André de Abreu

O prefeito Marquinhos Trad, do PSD, assinou nesta sexta-feira (14), a lei de reajuste salariais dos professores da rede municipal de ensino. O reajuste concedido a todos os  docentes e pensionistas foi de 7,64% parcelado, sendo pagos 0.25% de maio a novembro, e 5.77% em dezembro.

Marquinhos afirmou que a homologação da lei representa um novo início para diálogo entre os professores e o Executivo. "Creio que nos últimos quatro anos trouxe muito transtornos para a classe da educação". E afirmou que este ato, "simboliza que a ACP e a prefeitura estão na recuperação do diálogo e fazendo tratativas com responsabilidade".

Durante a coletiva de imprensa, o prefeito ainda disse houve um entendimento mútuo entre as partes sobre o reajuste concedido, mesmo considerando o tempo de defasagem em relação ao piso dos professores. "Entenderam a necessidade que a prefeitura vive".

Para a secretaria municipal de Educação, Ilza Matheus, o ato significa uma valorização da categoria. "Parabenizo a ACP por discutir as finanças e que resultaram na conquista desse reajuste, e os professores estão sendo valorizados".

O presidente da ACP, Lucílio Nobre, destacou que a partir de agora, há "um novo momento" para a Educação. Lembrou que não é possível 'estancar perdas' de um dia para outro, porém, houve um tratamento de "muito respeito e com políticas de valorização" pelo Executivo para os professores.

Ideb

Durante o evento, prefeito ainda lembrou o fato do município estar entre o 'penúltimo a último lugar', no ranking do Ideb e que a partir de agora, com diálogo retomado, o foco será para reverter a situação.

"O Ideb incomoda toda a categoria. Têm muitas pessoas que entendem do setor e questiona o fato do município estar em último ou penúltimo lugar, sendo que antes estava em primeiro. Mas isto se justifica pelo tratamento áspero que foi feito em um lado culpava o gestor e outro o educador", lembrou sobre a instabilidade durante a gestão de Alcides Bernal, do PP.

Com o diálogo aberto, o presidente da ACP disse que a classe irá lutar para "voltar a ser o 1° do Ideb no país". 

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