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MS se mantém como o segundo do País com a menor taxa de desocupação, mostra IBGE

Os números mostram a força dos pequenos negócios na economia regional

18 MAI 2018
Redação
11h10min

Pelo segundo trimestre consecutivo, Mato Grosso do Sul desponta como o segundo Estado com o menor índice de desocupação do País, conforme dados do IBGE. Os números mostram a força dos pequenos negócios na economia regional e os esforços do Governo do Estado para manter a geração de emprego e renda.

Dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) compilados pela equipe econômica da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), mostram que entre janeiro e março de 2018 Mato Grosso do Sul apresentou taxa de desocupação de 8,4%, atrás apenas de Santa Catariana com 6,5%, e bem abaixo da taxa de desocupação brasileira, em 13,1%.

Se comparado ao mesmo trimestre em 2017, houve crescimento de pessoal ocupado nos setores de Comércio (9,2%), Transporte e Armazenagem (8,4%) e Agropecuária (8,0%). Mas o Comércio ainda é o que concentra o maior número de postos de trabalho com 257 mil pessoas ocupadas seguido pela Administração Pública com 215 mil pessoas ocupadas.

O secretário da Semagro, Jaime Verruck, afirma que o Estado ainda não teve uma recuperação da economia como era esperada, mas dentro do cenário econômico atual o resultado é extremamente positivo. “Tínhamos uma perspectiva de crescimento maior do que o que está acontecendo, então entendemos que está longe do processo real. E, para isso, o Estado tem feito um esforço brutal na questão de ambiente de negócios por que o grande gerador de postos de trabalho hoje é o setor privado”.

Conforme os números, os empregos formais gerados pelo setor privado são maioria e somam 457 mil, enquanto que no setor público são 174 mil. “A gente não pode deixar de ressaltar a importância do Comércio e dos Serviços, que são os grandes responsáveis pelos números, que representam o conjunto das micro e pequenas empresas no Estado”.

Além de formar ambientes de negócios para as pequenas empresas crescerem, o Governo do Estado tem adotado a estratégia que inclui buscar empresas que agreguem valor ao Estado, mantendo a política de incentivos fiscais, tal forma que consiga atrair e manter investimentos que possam gerar empregos de qualidade.

 

 

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