Autor: Carlos Guessy e Kamila Alcântara | Publicação: 07/04/2014 18:00:00

Comoção

Choro, palmas e muita comoção marcam sepultamento do empresário Erlon na Capital

Segundo a polícia cerca de 1,500 pessoas passaram no cemitério para se despedir de Erlon e confortar os familiares

Foto: Geovanni Gomes
Foto: Geovanni Gomes

A segunda-feira, (7) se finda com o funeral  do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, 32 anos, no cemitério Jardim das Palmeiras na Capital. O crime que chocou os Campo-grandenses atraiu multidões entre eles, familiares, amigos, evangélicos e muitas pessoas que se comoveram com o desfecho da morte do empresário.


Foram 4 horas de despedidas a Erlon. O cortejo arrastou uma multidão de pessoas causando congestionamento por todo o trajeto onde passava, do velório ocorrido no Parque Ayrton Senna até a entrada do cemitério na av. Tamandaré, próximo a uma universidade.



Todos os presentes emocionados, em um último gesto de carinho, aplaudiram Erlon, enquanto o caixão descia, quebrando o silêncio em protesto em meio aos choros e soluços. A família não quis falar com a imprensa, apenas amigos próximos e alguns colegas de igreja se manifestaram contra o triste fim de um homem trabalhador, pai de família e amigo dos amigos, como muito disseram durante a presença da equipe de reportagem ao Top Mídia News.


 Até o ex-prefeito cassado da Capital, Alcides Bernal (PP), juntamente antigos secretários de sua equipe como a ex diretora-presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande (Agereg), Ritva Vieira, estavam no enterro e preferiram não falar com a imprensa.



O irmão de Erlon chegou ao cemitério carregando um quadro com a foto do empresário. Amigos e familiares deram o último adeus jogando no túmulo pétalas de rosas vermelhas e amarelas e no final uma grande salva de palmas.


Segundo informações da Polícia Militar e da Guarda Municipal, cerca de três mil pessoas foram se despedir do empresário e 400 veículos foram em cortejo ao sepultamento.


Entenda o caso

Na terça-feira (1º), o empresário Erlon recebeu uma ligação de um possível comprador para o seu veículo Golf, que estava à venda em site na internet. Um encontro foi marcado pelo interessado próximo a rotatória da fábrica da Coca-Cola, no período da tarde.


O suposto interessado convenceu a vítima a levar o automóvel até a casa da tia, que o compraria, para que ela desse a última olhada. Ao entrar no imóvel do Bairro São Jorge da Lagoa, o empresário foi cercado por três rapazes de 18 a 25 anos, e por uma adolescente de 17 anos.


Ele tentou avisar o pai por meio de uma ligação, mas não foi atendido. Os criminosos mataram a vítima no quintal da casa da jovem e jogaram o corpo em uma fossa.


Já o carro de Erlon foi pintado de branco e as placas trocadas por placas de Ponta Porã, de outro Golf, para não levantar suspeitas. 


Comentários

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  • ANôNIMO Data/hora: 08/04/2014 08:58:45

    O homem que chegou com o quadro não é o irmão do Erlon. O irmão de Erlon está na 4ª foto dessa matéria, ele está de terno, camisa branca e gravata listrada. Isso é pra todos verem como toda a mídia publica muitas coisas sem saber quase nada.

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