(67) 99826-0686
ALMS NOVEMBRO/ DEZEMBRO

Prefeito de Paranhos, baleado em atentado, é transferido para São Paulo

Dirceu Bettoni deve continuar o tratamento na capital paulista

13 JUL 2018
Rodson Willyams
09h13min
Foto: Reprodução / Prefeitura Paranhos

O prefeito de Paranhos, Dirceu Bettoni (PSDB), que sofreu atentado no dia 14 de junho, foi transferido de Dourados para um hospital na capital paulista. O prefeito foi levado para São Paulo no último sábado (7) de avião. Ontem (12), ele teve novas dificuldades no tratamento, mas sobreviveu.

Segundo o secretário de Governo de Paranhos, Aldinar Ramos Dias, o Dinho, Dirceu segue se recuperando do atentado. "Graças a Deus ele está bem. Ele foi levado para São Paulo para dar continuidade ao tratamento e fazer exames mais detalhados", explicou.

O Hospital não foi revelado, mas Dinho acredita que dentro de 30 a 40 dias, Bettoni possa estar de volta a frente do comando da prefeitura. "Daqui a pouco ele estará de volta", finaliza.

O caso  

Dirceu Bettoni sofreu atentado a tiros quando chegava à sua residência. Bettoni foi alvo de pelo menos três disparos passou por hospitais da região até ser transferido para Dourados.

O prefeito de Amambai, médico Edinaldo Bandeira (PSDB), socorreu o colega após ser alvejado por disparos de arma de fogo na noite do dia (14). Segundo ele, Bettoni foi atingido no ombro e o ferimento estaria comprometendo a circulação do braço e alguns movimentos do corpo. O prefeito também foi atingido na face e no braço.

Durante investigação, policiais do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), prenderam Gabriel Queiroz, 26 e Djuly Priscila Couto, 28, marido e mulher. 

O homem teria saído de Paranhos, de motocicleta, ido para Rio Brilhante, saído da cidade e, em certo trecho da BR-060, a 160 quilômetros de Campo Grande, para onde seguia, abandonado o veículo e entrado num carro que era conduzido pela mulher.

Queiroz não resistiu à prisão e confidenciou ter sido contratado para matar o prefeito. O pistoleiro disse que quem teria encomendado a morte seria um fazendeiro brasileiro que mora na região de Ypehú, no Paraguai. A mulher dele afirmou que nada tem a ver com o crime, mas os investigadores desconfiam da versão. O caso segue sendo investigado.

Veja também