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COLUNA

Decifrando

Por Marco Santos

A estrada brasileira para o futuro

A direita, esperança

8 AGO 2018
Marco Santos
14h38min

Faz 30 anos que a estrada brasileira para o futuro está em péssimo estado.

Terceirizada a gestores incompetentes, enviesados ideologicamente, sempre de olho no retrovisor da História,  chega, em outubro a uma bifurcação que poderá definir que futuro, nós, povo, que não ocupamos a boleia, queremos.

Talvez, alguns, nem queiram saber para onde e como o Brasil vai prosseguir e prefere mudar para algum país da America ou Europa.

Penso que é atitude covarde, mas cada um escolhe seu destino. É um direito.

Na bifurcação, é fácil imaginar que o caminho da esquerda é "mais do mesmo".

Leis socializantes que distribuem os custos e prejuízos para todos, enquanto privatizam os lucros e as benesses de privilégios que o poder concede para a mesma classe política, faz décadas.

Nela, é possível visualizar que os corruptocratas e os canalhocratas (as vezes acumulam as duas situações) sobreviverão a Lava Jato, aos esforços da sociedade e, em especial, dos jovens magistrados e policiais que labutam por leva - los a cadeia, onde muitos de seus chefes já estão, e melhorar o país.

A via sinistra é a do discurso sem sentido e palavras fáceis, mas que não arrastam porque não  estão concretadas em exemplos.

Ela, certamente, continuará pelos meandros da crise que os condutores do procedimento esquerdizante montaram e não conseguem sair porque tal processo é alheio a história do Brasil e aos  valores da sociedade  ocidental.

Bem, mas há o caminho da direita.

É novo, pode até ser desconhecido das gerações mais novas.

Mas ele já foi percorrido com êxito tempos de outrora.

Esquerdoides de ma cepa negam este conhecimento aos mais jovens, mas não conseguem fazer desaparecer as hidrelétricas, a infra estrutura terrestre , naval e aeroportuária construída, a ordem e a seguranca públicas, as universidades que permitiram que muitos  detentores do poder pudessem chegar onde estão.

Há quem afirme que esse foi um erro, mas a maior vulnerabilidade da democracia está justamente em seu ponto mais forte: a liberação.

Voltemos ao caminho destro.

Nele, quase nada será fácil, pois há muito que mudar, da pavimentação a sinalização.

Os condutores não serão exatamente políticos.

Seus discursos deverão ser duros, porque as decisões serão cruciais.

Com certeza não existirão palavras fáceis e cantilenas suaves como "atirei o pau no gato" (opa, essa hoje não pode).

Mas, ha, pelo menos a esperança de que muita coisa vai mudar porque precisa ser mudada.

O Brasil será redirecionado ao Séc XXI.

A visão de retrovisor servirá apenas como arcabouço histórico que não deve ser esquecido pois está amalgamado no sangue da sociedade brasileira, como nos legaram as gerações que nos antecederam.

Até outubro, a estrada para o futuro, com todo respeito aos bons venezuelanos, conduz o Brasil para a Venezuela.

Na bifurcação, está o desafio.

Acredito até que seja o caminho inicialmente de ladeira mais  íngreme, mas será , quase certamente, aquele que levará os brasileiros a conquista do topo.

Não será a viela que está nos mantendo no pântano da estagnação, de princípios e valores corrompidos e da economia em franca decadência.

Em certa oportunidade, o economista Celso Furtado, um homem de esquerda (não gosto de carimbos desse tipo, mas cabe o esclarecimento) teria dito que faltava ao Brasil uma prova crucial pela qual as grandes nações já haviam passado.

Isto nos diferencia, agora, em relação a grandes conquistas sociais e do bem comum.

Outubro, não tenho dúvidas, o Brasil estará diante de uma prova crucial.

Lutar para ser grande ou permanecer na pequenez dos ignorantes.

Marco Santos

Professor e empresário

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