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Tema Livre

Bolsonaro, Jean, Marielle e a incoerência da mídia esquerdista

28 JAN 2019
Fábio roque
08h00min

Quando dizem que a grande mídia é tendenciosa, isso faz muito sentido. Basta analisarmos os fatos e assim verificaremos uma narrativa, muito mais à esquerda do que à direita. Após a confirmação por sua assessoria de que Jean Wyllis, não tomara posse de seu terceiro mandato como deputado federal, no próximo dia 1º, a CUT(Central Única dos Trabalhadores) diz que o ele é o primeiro exilado político da ditadura Bolsonarista. Isso é uma farsa Intelectual sem tamanho, afinal de contas, partiu dele a ideia de morar no exterior, após afirmações de ameaça de morte. 

A grande mídia ao explorar o caso de Flavio Bolsonaro, acaba uma criando uma narrativa de associações FB > Milicias > Jean W > Marielle Franco. Só que muitas pessoas, acreditam piamente que um deputado que já goza de escolta armada desde março do ano passado, pode sofrer, a qualquer momento algum tipo de ataque. Essas mesmas pessoas acreditam até que a facada que Jair Bolsonaro levou em setembro, foi de mentira. A grande mídia, não faz o mesmo, porque seria um total disparate. Mas está dando a essa notícia de ameaças ao Jean do BBB, um tamanho que não deu a nenhum caso similar. 

Em novembro de 2018 a jornalista e deputada federal eleita pelo PSL Joice Hasselman recebeu uma cabeça de porco com uma peruca loira e um bilhete a ameaçando, logo após, no natal, um animal morto foi deixado na porta de seu prédio, mas os grandes veículos não noticiaram nenhuma linha. Caso Jean Wyllis, não abrisse mão do cargo, ele seria colega de Joice. Porque noticiar um fato e outro não? Jean Willis alega que está indo embora por ameaças de morte, até a noite desta sexta (25/01) não havia apresentado nem um email, ligação telefônica ou boletim de ocorrência que provasse as ameaças. Durante toda a quinta feira a notícia de não tomar posse de seu terceiro mandato, tomou conta do noticiário. E só no fim da noite de sexta(26/01), é que alguns textos colocados na tela do Jornal Nacional, foram expostos como e-mails de ameaça ao deputado.

A mania esquerdista de se vitimizar, faz com que outras personalidades sejam apagadas da memória dos brasileiros. Alegam que Jean Wyllis é o primeiro deputado assumidamente gay, e esquecem de dizer que antes passou pelo Congresso Nacional Clodovil Hernandes. Um exemplo de patriotismo e honestidade intelectual, que defendia com o mesmo empenho de Jean, a causa LGBT. 

Éh! Parece que a lei dos dois pesos e duas medidas impera nos grandes veículos de comunicação. Agora, se ele vai viver no exterior, que seja em um dos países aos quais declara apoio aos governos, como Cuba, Venezuela e Nicarágua. Afinal de contas é o partido dele, o Psol, juntamente com PT e PCdoB que dizem que na Venezuela, vive-se uma democracia. Podem ter certeza, Jean Wyllis muito provavelmente irá para um país capitalista, para viver financiado sabe-se lá por quem e continuar postando selfies em suas redes sociais com seu Iphone de última geração. É aquela velha máxima: “Capitalismo pra mim, socialismo pros outros!”

Fabio Roque, jornalista e radialista

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