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Redução de passageiros e renovação da frota impactaram na tarifa

Passagem do transporte coletivo de Campo Grande sofreu reajuste de 4,14%, o menor desde 2005

5 DEZ 2017
Diana Christie
07h00min
Foto: Geovanni Gomes/Arquivo

Entre os itens que compõem a tarifa do transporte público, os que tiveram maior impacto no reajuste foram a redução de passageiros e a renovação da frota, com a compra de ônibus novos, sendo que alguns com ar-condicionado ou climatizadores. Além disso, o aumento era inevitável por estar previsto em contrato.

De acordo com o prefeito Marquinhos Trad (PSD), o município ainda conseguiu amortizar o aumento, evitando que a tarifa chegasse a R$ 4,10 com a isenção do ISS (Imposto de Serviços sobre Serviços de Qualquer Natureza), aprovado pela Câmara Municipal, o que significa uma renúncia fiscal estimada em R$ 10 milhões.

“O reajuste é contratual, leva em conta cinco elementos: o valor do óleo diesel, que teve aumento de 6,8%; o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do período; o número de passageiros pagantes, que houve uma queda de 7%; o número de ônibus da frota, que houve a entrega de 44 veículos novos, diminuindo a vida média dos ônibus de 10 anos para seis anos; e o ISS”, explica.

A tarifa do transporte coletivo de Campo Grande sofreu reajuste de 4,14%, conforme o Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande). O preço da passagem, que era de R$ 3,55, passou a custar R$ 3,70 nos ônibus convencionais. As linhas circulares exclusivas passaram para R$ 4,50.

O troco máximo estipulado para as linhas circulares executivas, terminais de transbordo e estação PEG-FÁCIL é de R$ 20. A tarifa em datas especiais fica estipulada no valor de R$ 1,48, porém é exclusiva para pagamento com cartão eletrônico recarregável.

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