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Refis: contribuinte tem mais uma semana para renogociar dívidas com prefeitura

Nesta etapa do programa, a prefeitura oferece desconto de 85% nos juros e na correção monetária no pagamento à vista

1 DEZ 2017
PMCG
09h48min
Foto: Divulgação

Os contribuintes que não conseguiram aproveitar a 2ª etapa do Refis, cujo prazo terminaria nessa quinta-feira (30), terá uma última chance para renegociar com a prefeitura e colocar as contas em dia. O prazo foi prorrogado até o dia 9 de dezembro. A Central do IPTU, localizada na Rua Arthur Jorge nº 500, estará aberta das 8 até as 16 horas.

Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande aprovaram ontem (30), em regime de urgência, durante a sessão ordinária na Casa das Leis, o Projeto de Lei Complementar nº 558/17, de autoria de todos os parlamentares, que amplia em nove dias o prazo do Refis. O PLC foi sancionado no mesmo dia pelo prefeito Marquinhos Trad.

Nesta etapa do programa, a prefeitura oferece desconto de 85% nos juros e na correção monetária no pagamento à vista e 75% nas multas, das dívidas tributárias e multas com o município. Exceção para multas de trânsito.

Quem optar pelo pagamento parcelado terá desconto de 70% nos juros e na correção monetária em 6 vezes, e 25% nos juros e na correção monetária em 12 vezes. Multas não serão parceladas.

Mais de 40 mil pessoas já procuraram a Prefeitura para assegurar o desconto. A meta é arrecadar R$ 38 milhões.

Para melhorar o atendimento e dar mais conforto ao usuário, cinquenta atendentes estarão à disposição, inclusive com caixas disponíveis no local, para recebimento dos tributos.

O secretário de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, ressalta que esta será a última chance para o contribuinte aproveitar as condições para renegociar as dívidas com o município.

“Neste ano de 2017, as condições estão mais atraentes. Estendemos o prazo para dar mais uma chance para quem ainda não conseguiu aderir ao Refis. É hora de aproveitar as condições, que inclusive, são maiores que oferecidas no ano passado, já que não havia desconto sobre a correção monetária”, destaca Pedrossian

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