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Vendas no comércio varejista brasileiro mostraram desempenho acima do esperado, em agosto

Variação

15 OUT 2013
Ana Rita Oliveira Chagas
10h15min

Analistas ouvidos pela Reuters previam que as vendas no varejo teriam variação negativa de 0,10 por cento na comparação mensal e alta de 4,6 por cento sobre o mesmo mês do ano passado.

Além disso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revisou para cima os dados das venda de julho, passando de 1,9 por cento para expansão de 2,1 por cento.

Em agosto, oito das dez atividades pesquisadas tiveram resultados positivos na comparação mensal. Os principais destaques foram: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; além de veículos e motos, partes e peças; com crescimento de 7,6 por cento e 2,6 por cento, respectivamente.

Na ponta oposta, houve recuo em combustíveis e lubrificantes; além de tecidos, vestuário e calçados.

Na comparação anual, ainda segundo o IBGE, registraram crescimento nove atividades. Na ponta oposta, apenas o grupo livros, jornais, revistas e papelaria teve redução, com queda de 0,2 por cento.

Um dos principais entraves para o desempenho do varejo tem sido a inflação elevada. Para tentar reduzi-la, o Banco Central já elevou a taxa básica de juros do país em 2,25 pontos percentuais, para 9,5 por cento ao ano, mas isso torna os empréstimos mais caros e tira fôlego da demanda.

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