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Sumida há 4 dias, suspeita de matar marido em Campo Grande se apresenta em Aquidauana

Dirleia Patrícia confessou ter dado uma paulada na cabeça do esposo

5 DEZ 2017
Thiago de Souza e Bruna Vasconcelos
16h54min
Dirleia estava sumida há 4 dias e se apresentou hoje Foto: Luiz Maique

Dirleia Patrícia Monteiro Paes, 39 anos, suspeita de matar o marido, Ivan Júnior Marquezan da Cunha, em Campo Grande, se apresentou à polícia, na tarde desta terça-feira (5), em Aquidauana. Sem dar notícias há 4 dias, ela se deslocou para o interior, pois tem parentes no município.

A suspeita foi levada a Aquidauana por dois advogados. Ela chegou à cidade e foi direto para o 1º Distrito Policial. No entanto, o delegado Eder Oliveira Moraes não estava no local, então precisou aguardar até que ele chegasse para iniciar o depoimento.

Conforme os advogados André Bueno Guimarães e Juliano Kelio Ribeiro, a suspeita se entregou em Aquidauana por temer represálias. Dirleia chegou à delegacia com o rosto descoberto, mas com o advogado ajudando a cobri-lo.

O crime

Ivan foi encontrado morto em cima da cama na última sexta-feira (1º), na residência onde vivia na Vila Bandeirantes, em Campo Grande. A suspeita é que o crime tenha sido cometido pela própria esposa, Dirléia Patrícia Monteiro, 38 anos, que é considerada desaparecida.

O corpo apresentava ferimento na cabeça e foi visto por sua filha, que foi até a residência na Rua Vicente Solari, na companhia de policiais após perceber o arrombamento e furto de dinheiro e documentos na imobiliária Marckezan, que pertencia à vítima, no bairro Amambaí.

Familiares da vítima que estiveram no local acompanhando a perícia informaram que todas as pistas apontam para que haja envolvimento da esposa, que havia levantado suspeita de estar roubando dinheiro do corretor. Ela era casada há mais de dez anos com ele e é proprietária de uma clínica de estética.

A suspeita também se baseia no fato de que a mulher saberia mexer no sistema de monitoramento da casa e não foram encontradas imagens registradas pelas câmeras de segurança.

Dirleia teve identidade protegida pelo advogado (Foto: Luiz Maique)

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