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Cheio de histórias, Jefferson de Almeida celebra sucesso da carreira ao lado dos amigos

No ano em que é realizada a 19ª edição de sua tradicional feijoada, jornalista relembra com orgulho de momentos de sua trajetória ‘do bem’

12 JUN 2017
Amanda Amaral
12h33min
Foto: Wesley Ortiz

Jornalista, colunista social, organizador de eventos, empresário. Essas são apenas algumas das faces de Jefferson de Almeida, campo-grandense que comemora quase 30 anos de carreira que trilhou com o dom que se aflorou conforme os desafios da vida surgiram: o de comunicador.

Em entrevista ao TopMídiaNews, Jefferson fala sobre seu trabalho, viagens e algumas boas lembranças que coleciona ao longo desse tempo, mas também sobre as novidades da 19ª edição da tradicional feijoada que realiza na Capital. Confira, abaixo:

Como surgiu seu primeiro contato com o jornalismo?

Comecei em 1988, bem jovem, com muita vontade de escrever em jornal, sobre turismo, já que meu primeiro emprego tinha sido na Secretaria Municipal de Turismo. A primeira coluna se chamava ‘Turismo em Boa Companhia’, e ai foi uma edição extra de um semanário que não existe mais. Logo depois fui para um jornal diário, o Diário da Serra, do grupo do Correio Braziliense.

Eu fiz até 1995 apenas turismo, viajei muito, ganhei alguns prêmios nacionais e internacionais, um deles foi uma honra, recebi a medalha de ouro de turismo francês, em 2003, do ministro da França.

E quando começa a transição para o colunismo social?

Foi antes do prêmio, em 1995. Eu nunca esperava fazer coluna social, não fazia parte do meu núcleo, mas naquele ano o jornal foi vendido para o Correio do Estado. Após várias demissões, fui um dos antigos a ficar e, meses depois, fui convidado para fazer a coluna social, mas achei muito estranho a princípio. Nem carro eu tinha, mas não havia alternativa, precisava do emprego. Foi dando certo.

Como foi esse início?

Primeiro, tive que quebrar tabus, porque as pessoas tinham muitos receios com colunistas, muitos eram maldosos, faziam chantagem, e eu não queria isso pra mim. Queria respeito, nada de represálias, mas demorou um tempo pra notarem que eu era diferente. Fui ficando conhecido como o ‘jornalista do bem’, nunca quis criar inimizades, nunca soltei nota maldosa, é desnecessário.

Para que os jornalistas também me respeitassem, fiz faculdade de jornalismo, especialização em comunicação social em São Paulo, sou colega da imprensa. A vontade de ser comunicador não vem de sempre, quem me conhece há muito tempo sabe que sou bastante tímido. Eu sempre construí minhas coisas pelo meu próprio caminho, não imaginando ter o que os outros tem.

E como surgiu seu lado de organizador de eventos, como a feijoada?

Fui o primeiro a criar uma feijoada desse tipo, após fazer o curso da Empretec. Com a ajuda da agência de publicidade Agilitá, criei esse evento que está já há 19 anos acontecendo. Depois, veio a 'Jukebox', que o convite vinha com a opção do convidado escolher cinco músicas para ouvir no evento, durou nove anos, tive de pausar porque não havia lugar ideal para realizá-la. Tem também o aniversário, que continua.

Quais as melhores lembranças desses anos de carreira?

Ah, com certeza algumas viagens marcaram muito. Venho de família humilde, classe média, nunca tive dinheiro pra sair, viajar, só tinha estudo. Então, a primeira vez que fui pro Havaí, aquilo foi um sonho, chegando no aeroporto, quando colocaram o colar de flores em mim, eu com uns 26 anos. Viajei também com pessoas importantes que eu via na TV, alguns jornalistas da Globo, TV Manchete. Uma lembrança é com o Eliakim Araújo, que faleceu há pouco, uma viagem. Nesse tempo todo conheci muitas pessoas.

Ano passado fui homenageado pela Casa Cor, junto com a atriz Glauce Rocha e o poeta Otávio Gonçalves Gomes, criador do hino de Mato Grosso do Sul, com o loft de jornalista. Esse ambiente foi o mais premiado e a capa da edição da revista.

E hoje, como é sua rotina?

Então, hoje tenho meu escritório, onde faço várias coisas. Sou organizador de eventos e agente de viagens, fazendo trabalhos personalizados para cada cliente. Sou como um personal travel, elaboro a viagem de acordo com o que você necessita. Além disso, tenho serviço de manobrista para eventos, casamentos.

No meu site, é como uma revista eletrônica também, com assuntos 'lights', que também pode ser conferido por aplicativo em smartphones. Mantenho coluna aos domingos, no Jornal de Domingo.

Alguma novidade nesta edição da feijoada?

Sempre trago novidades, são festas animadas. Vai ser dia 24 de junho, na Villa Stecca Rennó, onde a noite foi o aniversário, e agora a feijoada, de dia. O convite é a camiseta, que podem ser estilizadas. Mais informações podem ser conferidas no site da feijoada, onde pode ser adquirida a camiseta.

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