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Sidney Magal: 'Até rolaria, mas nunca amei um homem'

'Todo ser humano é bissexual, tem desejos variados', diz o artista

14 NOV 2017
Globo
11h22min
Foto: Reprodução

Completando 50 anos de carreira, Sidney Magal lança sua biografia. "Guardo absolutamente tudo sobre minha carreira: todas as matérias de jornais e revistas, prêmios, fotografias. Tenho até o vídeo do primeiro programa de TV em que me apresentei", conta.

Em Sidney Magal: muito mais que um amante latino, o cantor narra as loucuras que as fãs faziam por ele, os altos e baixos da carreira, a fase difícil após o suicídio de uma namorada e fala sem rodeios de sua sexualidade. Além do livro, o Canal Brasil exibirá no dia 25 o show Sidney Magal – Bailamos, dentro de sua faixa musical, como forma de homenagear o cantor.

O que conta na biografia?

Tudo. Já teve fã que, no camarim, roçou na minha perna e teve orgasmo na frente de todo mundo. Teve menina se jogando de arquibancada de ginásio para cair em cima de mim. Falo também da época da ausência de shows. Tive qde mudar da casa que construí no Rio para a Bahia por falta de dinheiro. Foi um baque. Mas, aos poucos, recuperei o que perdi.

E sobre sua sexualidade?

Todo ser humano é bissexual, tem desejos variados, mas depois opta. A crítica me chamava de gay, os maridos iam aos shows e gritavam "viadinho". Tenho um lado feminino, nunca escondi isso. Mas nunca tive amor por um homem, se é o que querem saber. Tive algumas admirações, mas nunca me apaixonei. Rolaria na boa, mas não aconteceu.

Sua vida vai virar um filme?

Não é um filme da minha vida, mas sobre minha história de amor com a Magali, minha mulher há 35 anos e mãe dos meus três filhos. Foi amor à primeira vista, nos conhecemos nos bastidores de um programa de TV. Pedi para me apresentarem, na hora me emocionei, chorei mesmo. No nosso terceiro encontro, a pedi em casamento.

 Sidney Magal fala sem rodeios sobre sua sexualidade e das loucuras que fãs já fizeram por ele (Foto: Juliana Torres/ Divulgação)

Completando 50 anos de carreira, Sidney Magal lança sua biografia. "Guardo absolutamente tudo sobre minha carreira: todas as matérias de jornais e revistas, prêmios, fotografias. Tenho até o vídeo do primeiro programa de TV em que me apresentei", conta.

Em Sidney Magal: muito mais que um amante latino, o cantor narra as loucuras que as fãs faziam por ele, os altos e baixos da carreira, a fase difícil após o suicídio de uma namorada e fala sem rodeios de sua sexualidade. Além do livro, o Canal Brasil exibirá no dia 25 o show Sidney Magal – Bailamos, dentro de sua faixa musical, como forma de homenagear o cantor.

 Sidney Magal posa para a capa de um dos primeiros discos da sua carreira (Foto: Reprodução)

O que conta na biografia?

Tudo. Já teve fã que, no camarim, roçou na minha perna e teve orgasmo na frente de todo mundo. Teve menina se jogando de arquibancada de ginásio para cair em cima de mim. Falo também da época da ausência de shows. Tive qde mudar da casa que construí no Rio para a Bahia por falta de dinheiro. Foi um baque. Mas, aos poucos, recuperei o que perdi.

E sobre sua sexualidade?

Todo ser humano é bissexual, tem desejos variados, mas depois opta. A crítica me chamava de gay, os maridos iam aos shows e gritavam "viadinho". Tenho um lado feminino, nunca escondi isso. Mas nunca tive amor por um homem, se é o que querem saber. Tive algumas admirações, mas nunca me apaixonei. Rolaria na boa, mas não aconteceu.

Sua vida vai virar um filme?

Não é um filme da minha vida, mas sobre minha história de amor com a Magali, minha mulher há 35 anos e mãe dos meus três filhos. Foi amor à primeira vista, nos conhecemos nos bastidores de um programa de TV. Pedi para me apresentarem, na hora me emocionei, chorei mesmo. No nosso terceiro encontro, a pedi em casamento.

 Recentemente Sidney Magal participou do quadro “Dança do famosos”, do programa do Faustão (Foto: Divulgação/ Rede Globo)

Qual a maior loucura que uma fã já fez por você?

Foram muitas. Certa vez uma menina entrou no camarim, ficou roçando na minha coxa e teve um orgasmo na frente de todo mundo. Já teve fã que se jogou do alto da arquibancada em estádio para cair em cima de mim, também houve casos de meninas batendo com a cabeça na grade em shows, até sangrar, porque queriam minha atenção. Pode soar estranho, mas sei que isso tudo são formas de carinho.

 

Já fez algum procedimento estético?

Nunca, nem Botox. Sou contra. Me preocupo é com minha cabeça, meu bom humor e em ter pensamentos positivos. Lido bem com a chegada da idade, não me incomodo com os pentelhos brancos. Por 50 anos, a pedido da minha antiga gravadora, menti a idade em alguns anos. Faço essa revelação agora no livro: tenho 67 anos.

 

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