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Na Lata: deputado que pede impeachment de Azambuja cai na JBS

23 MAI 2017
Jesse James
09h55min

O deputado Pedro Kemp, do PT, que pede hoje o impeachment de Reinaldo Azambuja é mais um citado na delação do JBS. Segundo lista do diretor da J&F, Ricardo Saud, o parlamentar recebeu R$ 30.000 em forma de doação de campanha.

Ele contou em sua delação premiada que a empresa distribuiu propinas por atacado no meio político brasileiro, detalhando os nomes de centenas beneficiários. Em depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ele revelou que 1.829 candidatos, de 28 partidos das mais variadas colorações, receberam dinheiro do grupo controlado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista.

“Eleitos foram 179 deputados estaduais, de 23 estados; 167 deputados federais, de 19 partidos. Demos propina para 28 senadores da República, sendo que alguns disputaram e perderam eleição para governador e alguns disputaram reeleição ou eleição para o Senado. E demos propina para 16 governadores eleitos, sendo quatro do PMDB, quatro do PSDB, três do PT, dois do PSB, um do PP, um do PSD”, contou. Saud.

As doações foram feitas legalmente, ou seja, constam no Tribunal Superior Eleitoral.

Na Lata: Polícia Federal começa a prender ex-governadores até no DF; e por aqui?

23 MAI 2017
Jesse James
07h42min

A manhã desta terça-feira (23) começou com a Polícia Federal atrás de dois ex-governadores e um ex-vice do Distrito Federal. Os três vão em cana! O importante para nós, brasileiros, e sul-mato-grossenses é simples: acabou a paz e a blindagem para ex-governadores.

Na Lata An√°lise: o futuro de MS nas m√£os de JBS, STJ, impeachment, Reinaldo e Rose...

22 MAI 2017
Vinícius Squinelo
13h53min

Com fundamento ou não, as delações dos executivos da JBS viraram um terremoto em todo o Brasil, e com mais dimensão em Mato Grosso do Sul. Por aqui foi citado o próprio governador do Estado, Reinaldo Azambuja, assim como os antecessores André Puccinelli e Zeca do PT. Com isso em mente, vamos aos fatos:

1- A delação mostra supostos pagamentos de propina, na ordem de 20% da isenção de impostos oferecida pelo Estado. Conforme Wesley Batista, Reinaldo teria recebido R$ 14 milhões de dinheiro ilegal;

2- A delação ainda deve ser provada. Falar até papagaio fala, provar é outra coisa...

3- Mesmo com processo ainda correndo, o impacto político já desgastou todos os citados. Porém, agora eles têm direito a ampla defesa, conforme prevê a Constituição Brasileira;

4- Sobre as acusações, Reinaldo foi sucinto: Wesley Batista é um bandido e essa delação é uma piada;

5- Reinaldo ainda desafiou que os acusadores provem o pagamento de propina;

6- Mesmo assim, o caso corre, a pedido do Supremo Tribunal Federal, no Superior Tribunal de Justiça;

7- Do ponto de vista jurídico, um governador pode ser processado sem autorização da Assembleia, conforme mudança de jurisprudência ocorrida no início desse mês, dando fim à chamada blindagem dos governadores;

8- Logo, na teoria jurídica, Reinaldo poderia ser cassado a qualquer momento. Seria uma hecatombe;

9- Como não se trata de crime eleitoral, Rose Modesto assumiria como governadora do Estado, a mulher a comandar MS.

Esse é um quadro teórico e de realização quase impossível. Porém, pode ocorrer. Tudo depende de quatro pontos: JBS vai apresentar novas provas? O STJ vai tornar o governador réu? Reinaldo prova a inocência? Rose tem colhão para assumir o governo?

Nessas questões se encontra o futuro de Mato Grosso do Sul.

Na Lata: ex-deputado Osvane Ramos emitiu nota fria de R$ 847 mil, diz JBS

22 MAI 2017
O Analista
07h30min

A relação de notas fiscais frias apresentadas na delação premiada dos sócios da JBS trouxe o nome de mais um político de Mato Grosso do Sul. O ex-deputado estadual e ex-prefeito de Dois irmãos do Buriti Osvane Ramos supostamente emitiu uma nota falsa no valor de R$ 847 mil em uma transação de gado simulada com a JBS.



De acordo a delação homologada pelo STF, a JBS repassava a propina para o governador Reinaldo Azambuja através de transações comerciais de pessoas próximas ao governador.

Um dos sócios da JBS, Wesley batista, afirmou que era “regra’ em Mato Grosso do Sul o repasse de 20% em propina para o recebimento de incentivos fiscais na redução da alíquota do ICMS.

Na Lata: Azambuja oferece senado ao PDT em troca de aliança em 2018

21 MAI 2017
O Analista
09h00min

Costurando alianças para a eleição de 2018, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) convidou o PDT para compor a ‘chapa de coalizão que o PSDB está tentando criar para a reeleição de Azambuja. No ‘chapão’ costurado pelo PSDB, o cargo de vice-governador já foi oferecido ao PMDB.

Em troca de apoio, Azambuja teria oferecido ao deputado federal Dagoberto Nogueira uma das vagas ao senado na chapa majoritária, apoio a reeleição de deputado federal e apoio para eleição de uma chapa de deputado estadual.

O candidato ao senado seria o juiz federal Odilon de Oliveira, que ainda não pode assumir a intenção de ser candidato enquanto ainda estiver no cargo de juiz. No inicio do ano o magistrado entrou com a solicitação de aposentadoria.

Vale lembrar que nas eleições de 2014, o PDT apoiou a candidatura de Delcidio do Amaral ao governo do estado em troca da eleição de Dagoberto na Câmara Federal e da eleição de três deputados estaduais. Atualmente, o partido possui na Assembleia legislativa apenas o deputado estadual George Takimoto.

Na Lata: primeiro deputado estadual de MS cai no JBS

20 MAI 2017
Vinícius Squinelo
12h44min

O deputado estadual Zé Teixeira (DEM) é citado na delação e Wesley Batista, dono do JBS. Ele teria emitido quase R$ 1,7 milhão em supostas duas notas frias para ‘ajudar’ a empresa em eventual pagamento de propina. A informação consta no documento divulgado pelo Supremo Tribunal Federal. O deputado aparece na lista pelo nome de batismo, José Roberto Texeira, confira:


Na Lata: mesmo enfraquecido, Puccinelli coloca ex-BBB em gabinete de vereador

20 MAI 2017
Diana Christie
08h04min

A ex-BBB Priscila Pires foi nomeada para o cargo em comissão de Assistente Parlamentar V, Símbolo APCM-110, na Câmara Municipal de Campo Grande, onde deve atuar no gabinete do Dr Sami. O salário-base da função é de R$ 1.069,42, com gratificação de representação de até 200%, podendo chegar a R$ 3.208,26.

A convocação da jovem foi publicada no diário oficial desta sexta-feira (19), com efeitos retroativos a 1º de maio de 2017. Ela já havia ingressado na política nas eleições do ano passado, com o apadrinhamento do ex-governador André Puccinelli (PMDB).

Apesar do forte apoio, a candidata à vereadora de Campo Grande fracassou nas urnas e conquistou apenas 691 votos. Priscila, no entanto, prometeu não desistir e garantiu que se candidataria para deputada federal.

Na Lata: rumores de ren√ļncia de Temer confundiram at√© base aliada em MS

19 MAI 2017
Jessica Jones
10h00min

As especulações sobre possível renúncia do presidente Michel Temer (PMDB) após a delação premiada dos empresários da JBS confundiram até mesmo os aliados do governo em Mato Grosso do Sul. Nas redes sociais, Geraldo Resende (PSDB) compartilhou nota do colunista político do O Globo, Ricardo Noblat, com pedido aos eleitores.

Se antecipando aos movimentos de rua que solicitam ‘Diretas Já’, ele pediu que as pessoas não embarquem na ideia porque supostamente eleições por votação da população beneficiaria o ex-presidente Lula. O objetivo é garantir a regra constitucional de eleições indiretas, onde apenas votam deputados federais e senadores, após dois anos de mandato de chapa eletiva.

Veja na imagem:

Na lata: 'dói em mim' afirma Ciro Gomes sobre envolvimento de Puccinelli na Lama Asfáltica

18 MAI 2017
O Analista
13h50min

Em visita a Campo Grande, Ciro Gomes (PDT) afirmou que vê com muita tristeza o nome do ex-governador André Puccinelli (PMDB) envolvido na Operação Lama Asfáltica, investigação da Polícia federal. “Dói em mim. Puccinelli é velho amigo meu. Amigo, assim, conheço há muito tempo”, afirmou.

Ciro destacou que o Brasil precisa fazer aquele que o mundo inteiro faz. “Se errou, que pague. Mas garantindo a ampla defesa e direito ao contraditório. Que permitam que apresentem provas que no final o próprio condenado se sinta justiçado e não injustiçado”, afirmou.

O ex-governador também lembrou que conhece Aécio neves desde quando era “secretário pessoal de Tancredo Neves”, avô de Aécio. Ele também lamentou o caminho que o jovem Aécio acabou tomando chegando aos dias de hoje.

Na Lata: depois de fracassar com Cultura, vereador quer 1% para esporte

18 MAI 2017
Jesse James
09h59min

Ainda na gestão de Nelsinho Trad (PTB) foi aprovado pela Câmara Municipal o projeto de Lei que impõe 1% do orçamento da Capital para a Cultura. A lei nunca foi cumprida e foi motivo de várias brigas entre a classe de artistas da cidade com a Câmara e com a Prefeitura, quando vereadores e prefeitos ainda viviam em pé de guerra. Os artistas levaram um calote histórico e até mesmo a sugestão de uma CPI da Folia foi dada na legislatura passada.

Porém, com a eleição de Marquinhos Trad (PSD), parece que as rusgas ficaram no passado e agora que "esqueceram" disso, o vereador Chiquinho Telles (PSD), líder do prefeito na Casa de Leis está defendendo com unhas e dentes o "1% para o esporte". Resta saber se o vereador ainda vai continuar cobrando o 1% da Cultura, se o esporte proposto por eles vai abranger além dos jogos amadores promovidos por eles, ou se vai ser mais uma "lei para inglês ver" e que não será cumprida, em especial em tempos de crise.