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Com exército em presídio, Campo Grande vive clima de guerra

O objetivo é apreender celulares, drogas e objetos que causam risco para a população

15 FEV 2017
Dany Nascimento e Anna Gomes
08h50min
Foto: Hasta Comunicação

Atendendo um pedido do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), 500 homens do Exército e outros 300 da polícia já estão dentro do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande, realizando uma varredura com objetivo de apreender celulares, drogas, armas e outros objetos que colocam a vida da população em risco.

Os militares utilizam equipamentos tecnológicos, como drones e dois helicópteros com olho de águia. De acordo com o Major Machado do CMO (Comando Militar do Oeste), os militares receberam treinamento de 15 dias para entrar no presídio e a intenção é limpar o local.

O balanço dos objetos apreendidos serão divulgados na tarde de hoje (15) e  funcionários da Agepen  acompanham os militares e colaboram com o deslocamento dentro do presídio.  O principal objetivo da varredura, é evitar possíveis rebeliões, levando em consideração que facções criminosas declararam guerra entre si e já entraram em confronto em outros estados, como Manaus,  Rio Grande do Norte.

A guerra envolve também as mulheres que comandam facções, levando em consideração que em janeiro, o Batalhão de Choque da Polícia Militar adentrou no Presídio Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande, para controlar uma briga que se estendia desde a manhã.

As presas quebraram o muro que dividia as celas e exigiam que fosse liberado um confronto entre o PCC e o Comando Vermelho, recusando transferência para outras unidades. Além disso, mortes foram registradas nos presídios masculinos.

 

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