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Assassino de Mayara Amaral tem pedido de afastamento de qualificadoras negado

A solicitação era para afastar duas qualificadoras, sendo elas motivo fútil e feminicídio, no entanto foi negado por unanimidade

22 JAN 2019
Nathalia Pelzl
16h47min

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) negou por unanimidade o julgamento do recurso feito pela defesa de Luís Alberto Bastos Barbosa, assassino confesso da musicista Mayara Amaral, na tarde desta terça-feira (22).

Segundo o advogado de defesa, Conrado Passos, a solicitação era para afastar duas qualificadoras, sendo elas motivo fútil e feminicídio.

“Infelizmente foi indeferido pelo Tribunal com unanimidade. Agora o próximo passovai ser verificar e analisar o processo, e a decisão de hoje para ver se cabe um pedido de recurso em Brasília. Mas isso só será feito após muito estudo”, disse o advogado.

O juiz Aluízio Pereira dos Santos pronunciou por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio. Luís será julgado também pelos crimes de furto, ocultação e destruição de cadáver, com emprego de fogo. Anderson Sanches Pereira, outro envolvido, será julgado pelo crime de receptação.

O julgamento de Luís Alberto Bastos foi adiado por duas vezes durante o ano de 2018, enquanto ele segue preso na Penitenciária de Segurança Máxima, em Campo Grande.

O Crime

Mayara foi morta no dia 25 de julho de 2017 por Luis Alberto Bastos Barbosa, 29 anos. A musicista foi morta à marteladas, teve o corpo parcialmente carbonizado e abandonado em uma estrada próxima ao 'Inferninho'.

A defesa do suspeito, que está preso, alega que Luis cometeu o crime em um momento de 'surto' e que ele sofre de insanidade mental.

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