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Cinco meses após desaparecimento de Kauan, professor pode ser solto

Família da criança está com medo que a Justiça conceda liberdade para Deivid de Almeida Lopes, principal suspeito do crime

30 NOV 2017
Kerolyn Araújo
16h45min
Foto: Reprodução

O professor Deivid de Almeida Lopes, 38 anos, que está preso pela morte e desaparecimento do menino Kauan Andrade Soares dos Santos, de 9 anos, poderá ganhar liberdade nos próximos dias em audiência de custódia. Com essa possibilidade, a família da criança está vivendo dias de medo e angústia.

Segundo Janete dos Santos Andrade, de 35 anos, mãe de Kauan, o maior medo da família é de que Deivid ganhe liberdade e não pague pelo crime contra a criança. "Soltar pra quê? Para ele fazer pior com outras crianças? Minha maior preocupação é que ele seja solto".

Para Janete, não saber onde Deivid largou o corpo do filho está sendo a pior parte. "Já passaram cinco meses e ainda está sendo muito difícil pra mim. Até agora não tive nenhum resultado. Eu quero saber onde o Kauan está, mas ele não fala. A Justiça deveria apertá-lo mais para ele falar".

(Janete cobra Justiça para saber onde está o corpo de Kauan) 

Deivid passará por audiência de custódia no dia 13 de dezembro e poderá ser solto. 

O caso

O menino Kauan desapareceu no dia 25 de junho e foi visto pela última vez no bairro Coophavilla II, onde Deivid morava. Conforme informações da polícia, o suspeito pagava para ter relações sexuais com crianças e adolescentes. 

Na noite do dia 25, Deivid teria estuprado Kauan até a morte e depois obrigado três adolescentes a manter relação sexual com o cadáver. 

O corpo de Kauan teria sido esquartejado duas vezes. Até hoje a polícia não localizou os restos mortais da criança.

 

*Colaborou Liziane Berrocal 

 

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