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Bandidos brasileiros morrem e dez ficam feridos em assalto à relojoaria na Bolívia

Reféns eram usados como escudo humano pelos assaltantes; três mortos são brasileiros ligados ao PCC

14 JUL 2017
Diana Christie
09h58min
Foto: Twitter/ Ministerio de Gobierno
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semana do transito

Cinco pessoas morreram e dez ficaram feridas durante troca de tiros entre assaltantes e policiais da Bolívia em frente a uma joalheria na cidade de Santa Cruz de la Sierra, nesta quinta-feira. Entre os mortos, estão três bandidos brasileiros, um policial boliviano e uma funcionária da loja, que foi feita refém.

Segundo o secretário de governo da Bolívia, Carlos Romero, um quarto assaltante e uma mulher foram presos. A polícia acredita que os ladrões são fugitivos de outro assalto à joalheria Império, na fronteira, e membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), que também participaram de um assalto à Brinks.

“Preliminarmente podemos trabalhar com a hipótese de que são pessoas que têm relação com o conhecido assalto à joalheria Império. São fugitivos desse assalto. E consequentemente estão vinculados ao Primeiro Comando Capital (PCC) do Brasil”, afirmou em coletiva de imprensa, conforme o site Uol.

Foto: Jornal La Razón

De acordo com Romero, a polícia demorou cinco minutos para chegar à joalheria Eurochronos, onde quatro assaltantes armados faziam reféns. Os policiais pediram para o grupo se entregar, mas, usando funcionários da loja como escudos humanos, eles abriram fogo e mataram um tenente.

Na troca de tiros, outros três policiais ficaram feridos, sendo que um deles está em estado crítico. A mulher assassinada tentou escapar na troca de tiros quando foi alvejada. Depois disso, os assaltantes correram de volta para dentro da loja e foram baleados pelos policiais. Cada um deles tinha oito carregadores. Ao todo, foram contabilizadas 240 balas.

Os criminosos mortos foram identificados apenas pelos apelidos: Buck, Macaco e Baya. A polícia investiga o caso.

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