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Uma semana depois, Direitos Humanos diz que vai acompanhar caso de empresário morto por PRF

Reunião está agendada para a próxima segunda-feira para tratar do caso

8 JAN 2017
Rodson Willyams
15h15min
Foto: Reprodução / Luis Vilela - JornalOEstado

A diretoria do Centro de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos (CCDH) deve se reunir na próxima segunda-feira (9), às 14 horas, para discutir sobre a morte do empresário Adriano Correia do Nascimento, de 33 anos, morto pelo policial rodoviário federal, Ricardo Hyun Su Moon, 46, no último sábado, após briga de trânsito na avenida Ernesto Geisel, região central de Campo Grande.

Segundo Paulo Ângelo, que compõe a diretoria do órgão, o presidente do CCDH, Edivaldo Bispo, convocou reunião extraordinária para tomar conhecimento sobre o caso e a partir de então, iniciar as medidas necessárias. "Nós vamos estudar o caso e logo depois agir. Nós esperamos que a Justiça seja feita. Um operador da segurança pública que deveria prevenir e cuida do cidadão, não poderia violar o direitos de uma pessoa", conta. 

O diretor e ex-presidente da Instituição, afirma que este caso abre uma discussão em que demonstra que o Poder Público, por meio dos seus agentes públicos, não estão preparados psicologicamente para proteger o cidadão e agir em situação semelhantes. 

"Neste caso, um policial, que naquele momento, estava fora do serviço, vai e persegue alguém, realiza disparos contra uma pessoa. Isto demonstra que estão despreparados. Revela uma fragilidade do sistema. Mas o problema não é a Instituição, sim, dos seus membros", finaliza. 

Presídios - Outra assunto que será discutido ainda nesta reunião, está ligado às condições dos presídios de Mato Grosso do Sul, que foram desaprovados por órgãos fiscalizados que estiveram no Estado, verificando as condições de confinamentos dos presos. 

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