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Justiça quebra sigilo telefônico de PRF que matou empresário em Campo Grande

Porém, a analise vale apenas para o dia do crime, 31 de dezembro do ano passado

9 FEV 2017
Thiago de Souza
17h14min
Na delegacia, Moon se apresentou com outra roupa Foto: Valdenir Rezende - Correio do Estado

O policial rodoviário federal, Ricardo Moon, 47, que assassinou o empresário Adriano Correia do Nascimento, no dia 31 de dezembro do ano passado terá o sigilo telefônico quebrado, conforme decisão do juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, divulgada nessa quinta-feira (9). 

O pedido para analisar o que Moon falou e escreveu em seu telefone foi do Ministério Público Estadual, por meio do Promotor de Justiça, Eduardo José Rizkallah. O pedido já havia sido feito anteriormente, porém negado pelo magistrado, que alegou que a autoridade policial já havia feito o procedimento. 

Na decisão desta quinta-feira, Garcete aceitou o pedido, porém parcialmente, e autoriza a vistoria somente no dia que ocorreu a execução do empresário. Ela vai incluir 'as mensagens de texto e a identificação dos dados cadastrais dos interlocutores que se comunicaram com a linha'. 

O aparelho celular do policial Ricardo Moon, que foi solto no dia 1 de fevereiro, por decisão do mesmo magistrado, também será periciado. Carlos Alberto também determinou que seja realizado o laudo de degravação das imagens da delegacia de polícia na data do crime, desde a chegada do acusado até a sua apresentação à autoridade policial. Além disso, determinou que sejam colhidas novas declarações do acusado sob as divergências quanto a sua vestimenta. 

 


  

 

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