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Suspeita de matar corretor segue sumida e defesa diz que ela está abalada

Dirleia nem a defesa manifestaram desejo de apresentação

2 DEZ 2017
Thiago Souza
17h51min
Dirleia segue sumida após marido ser achado morto Foto: Reprodução Facebook

A Polícia Civil informou que até o momento, Dirleia Patrícia Monteiro Paes,38, não procurou nenhuma unidade para se apresentar. Ela é suspeita de ter assassinado o marido, o corretor de imóveis Ivan Júnior Marquezan da Cunha. A defesa dela disse apenas que ela está transtornada.

A mulher está desaparecida desde a madrugada de sexta-feira (1). O advogado Marcos Ribeiro dos Anjos, informou que, por ser sábado, não tem detalhes sobre o caso.

''Ela está transtornada. Não tenho informações. Questionado sobre o fato da cliente ter sido filmada de madrugada na imobiliária do marido, que foi arrombada e furtada, Marcos não quis passar informações.

''Na segunda-feira vamos poder falar alguma coisa'', adiantou o defensor.

Exames

No final dessa sexta-feira, o delegado que acompanha o caso, Walmir de Moura Fé, da 6ª Delegacia de Polícia, pediu exame toxicológico no corpo da vítima para verificar se o Ivan , de 55 anos, foi sedado antes de ser assassinado. Ele foi encontrado morto na tarde de ontem (1°), dentro de sua residência no bairro Amambai, em Campo Grande.

Suspeita de premeditação

Diante das investigações, o delegado não descarta que o crime tenha sido premeditado. O advogado de Dirleia, Marcos Ribeiro dos Anjos procurou a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) por volta de 12 horas de ontem (1°), relatando que sua cliente teve uma briga com o esposo por volta de 2h da madrugada. Durante a troca de agressões, ela teria ferido Ivan, que ficou desacordado.

Em seguida, ela teria saído de casa e, abalada e por isso não acionou socorro ou polícia imediatamente. Na Deam, o advogado disse que  tinha a intenção de registrar boletim de ocorrência por violência doméstica. Nesse momento, o Centro de Operações das Polícias Civil e Militar (Ciops) informou que um corpo havia sido descoberto no mesmo endereço da queixa de agressão, e o caso passou a ser investigado por outra delegacia.

A vítima foi  encontrada morta na cama e com um travesseiro cobrindo o rosto.

 

 

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