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Tribunal de Justiça nega prisão preventiva de Giroto, Amorim e mais 7 investigados da Lama Asfáltica

Despacho foi publicado nesta segunda-feira e assinado pelo desembargador Dorival Moreira

10 JUL 2017
Airton Raes
15h00min
Foto: Marco Miatello/Diário Digital

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou a prisão preventiva do ex-secretário de obras e ex-deputado federal Edson Giroto, do empresário João Amorim e de mais sete investigados na Operação Lama Asfáltica.

A força-tarefa do MPE que investiga a Operação Lama Asfáltica, além de Amorim e Giroto, também havia solicitado a prisão preventiva de Donizeti Rodrigues da Silveira, Éolo Genovês Ferrari,  Elza Cristina Araujo dos Santos,  Rômulo Tadeu Menossi, Maria Wilma Casanova Rosa,  Wilson Roberto Mariano de Oliveira e João Afif Jorge.

O desembargador da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça Dorival Moreira dos Santos publicou relatório afirmando que o Ministério Público não havia apresentado provas de que os investigados estavam tentando prejudicar ou impedir as investigações da Força Tarefa.

“Não demonstrado, de forma inequívoca, o risco concreto que a liberdade dos agentes implicará à ordem pública, à conveniência da instrução criminal ou à aplicação da lei penal, não há que se falar no decreto de prisão preventiva", diz o despacho.. A ação diz respeito a improbidade administrativa referente a supostos desvios de recursos nas obras das rodovias MS-270, MS-444 e MS-473.

Em março a justiça determinou o bloqueio de R$ 9,8 milhões do ex-secretário estadual de Obras e ex-deputado federal Edson Giroto, do empresário João Amorim, Donizeti Rodrigues da Silveira, Edmir Fonseca Rodrigues , Elza Cristina Araújo dos Santos, Éolo Genoves Ferrari , João Afif Jorge, Joel Fernando Andreassi, Maria Wilma Casanova Rosa, Paulo Brum Sant'Ana, Proteco Construções Ltda, Romulo Tadeu Menossi, Wilson César Parpinelli e Wilson Roberto Mariano de Oliveira.  

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