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Usando colete à prova de balas, policial que matou empresário explica assassinato

Ele participa in loco da reconstituição do crime, realizada desde às 4h40 pela Polícia Civil

11 JAN 2017
Vinícius Squinelo e Dany Nascimento
07h11min
Foto: Geovanni Gomes

O policial rodoviário federal Ricardo Su Moon, 46 anos, dá, neste momento, sua versão do assassinato de Adriano Correia do Nascimento, 33, ocorrido no dia 31 de dezembro após uma briga no trânsito. Ele participa in loco da reconstituição do crime, realizada desde às 4h40 pela Polícia Civil de Campo Grande.

Usando colete à prova de balas, camisa roxa e sem capuz (tradicionalmente usado nesses casos), Ricardo entra e sai do veículo que simula o que usava no dia do crime. Com muitos gestos, aponta e tenta explicar o assassinato para os peritos. O local está fechado, logo a imprensa não tem acesso ao que é dito por Ricardo.

Todo o trânsito do local foi bloqueado desde a madrugada. Estão presentes três delegados no local, inclusive Daniela Kades, a responsável pelo inquérito policial.

Primeiro, a perícia reconstituiu o crime conforme as informações do amigo de Adriano, que estava no carro no momento do crime. Depois foi a vez de Ricardo dar sua versão do que realmente ocorreu naquele 31 de dezembro.

A polícia usa veículos semelhantes ao dos envolvidos. Mais de dez viaturas da Polícia Civil estão no local.

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