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Após reunião com sindicatos, Câmara adia votação de reajustes salariais de servidores

Tramitam, no legislativo municipal, quatro projetos de lei sobre reajuste salarial

20 JUN 2017
Airton Raes e Rodson Willyams
11h01min
Foto: Rodson Willyams
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Victor Hugo - 28 anos

Após reunião com representantes sindicais, na manhã desta terça-feira (20), o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, João Rocha (PSDB), decidiu retirar da ordem do dia os projetos de lei referentes ao reajuste salarial de categorias de servidores e pautar que sejam votados na próxima quinta-feira (22).

Atualmente tramitam no legislativo municipal quatro projetos de lei sobre reajuste salarial: um em relação aos servidores que recebem pela referência 14, outro dos enfermeiros, dos professores e dos guardas municipais. O Poder Executivo também solicitou a retirada do projeto sobre a referência 14 para que possa ser reavaliado.

João Rocha explicou que a sessão de quinta-feira será dedicada para a discussão de todos os projetos de lei que sejam relacionados aos servidores, incluindo o projeto de lei que altera o Plano de Cargos e Carreiras dos servidores da Câmara e a reforma administrativa do parlamento municipal.

Representando o sindicato dos guardas municipais e dos enfermeiros, o advogado Márcio Almeida informou que ficou acordado que seria inserido no projeto de lei a referencia 13B, que na prática vai incorporar o abono que os servidores recebem ao salário-base, os chamados "penduricalhos". Com isso o salário inicial de um guarda municipal, que atualmente é de R$ 811 passaria para R$ 1.555. “Já foi um acordo fechado e deve entrar em votação na próxima quinta feira”, explicou ao advogado.

O vice-presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Ângelo Macedo, disse que foi acordado o que ele chamou de “salário digno” da enfermagem, que é o salário do auxiliar técnico em enfermagem com valor incial de R$ 1.628 e de enfermeiro padrão com o valor de R$ 4.030.

Todas as categorias prometem ir, na quinta-feira, lotar o plenário da Casa de Leis e acompanhar a votação.

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nando viana

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