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Mosquito zero - fev 2018

Correndo por fora, PT volta às origens e lança ex-prefeito de Mundo Novo ao Governo do MS

Humberto Amaducci reafirmou pré-candidatura voltada às bandeiras históricas do partido

17 FEV 2018
Airton Raes
09h30min
Foto: Reprodução

O PT em Mato Grosso do Sul oficializou, no início deste ano, a pré-candidatura ao governo do Estado do ex-prefeito de Mundo Novo, Humberto Amaducci. A estratégia do partido é retomar as bandeiras históricas e voltar o diálogo para a militância e movimentos sociais. “Não estou brincando. Sou pré-candidato a governador de Mato Grosso do Sul. Estamos andando nesse Estado, pois existe necessidade da classe trabalhadora, das mulheres, dos sem terras, dos índios e dos negros”, destacou Humberto.

O partido tem realizado, desde o ano passado, encontros regionais pelas cidades do Estado, reunindo militantes, representantes de entidade e sindicatos, e divulgando a candidatura de Amaducci ao governo. “Nossa missão é tornar mais rapidamente possível o nome do Humberto candidato a nível estadual. Vamos forrar esse Estado com o nome do Humberto para governador e Lula presidente”, disse o presidente estadual do PT, deputado federal Zeca do PT.

Humberto Amaducci foi prefeito de Mundo Novo por três mandatos. “Nossa proposta é a justiça social e respeito à classe trabalhadora. Nós sentimos na pele o que é perseguição e o ódio da elite atrasada e medieval quando assinaram a companheira Dorcelina”, destacou.

O partido já realizou encontros em Três Lagoas, Mundo Novo e Dourados. Em março, irá realizar em Coxim, Paranaíba, Nova Andradina e Jardim.

Zeca do PT disse que o partido irá criar um Grupo de Trabalho Eleitoral para a formação de um plano de trabalho básico com treze metas para que seja defendido e divulgado durante o período de pré-campanha. “Também vamos levantar as conquistas dos governos do PT, tanto em Mundo Novo, Mato Grosso do Sul e durante o governo de Lula”, completou Zeca.

Amaducci defendeu um governo popular, voltado para as esferas que mais precisam do poder público. “Não quero ser o governador de todos. Eu sempre tive lado. É o lado dos sem terra, o lado dos índios, é o lado de quem precisa do Estado. O rico não precisa. Estaremos visitando as lideranças. Vamos conversar com esses povos sem medo, olhando no olho”, disse. 

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