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Dois deputados federais de MS anunciam voto a favor de alteração da previdência; veja o restante

Dos oito deputados, três vão votar contra mudança nas regras, outros três parlamentares são contra e três não sabem

1 DEZ 2017
Airton Raes
19h00min
Foto: André de Abreu

Às vésperas da votação da reforma da previdência na Câmara dos Deputados, apenas dois parlamentares de Mato Grosso do Sul afirmaram que vão votar a favor, três vão contar contra e três deputados não quiseram se manifestar.

O vice-líder do governo, deputado federal Carlos Marun (PMDB), mantém o voto a favor da reforma. Marun foi presidente da comissão especial da reforma da Previdência na Câmara e tem sido fiel defensor das mudanças previdenciárias.

A deputada federal Tereza Cristina também votará com o Governo. A deputada teve a liderança da bancada destituída e também foi expulsa do PSB por contrariar o partido e votar pela reforma trabalhista.

Os deputados federais Dagoberto Nogueira (PDT), Zeca do PT (PT) e Vander Loubet (PT) declararam que vão votar contra o projeto da reforma da previdência. Os três parlamentares de Mato Grosso do Sul fazem parte da oposição ao governo e seguem a linha votando contrário a todas as reformas propostas pelo presidente Michel Temer.

Os deputados federais Luis Henrique Mandetta (DEM), Geraldo Resende (PSDB) e Elizeu Dionísio (PSDB) não declararam seus votos. Os três deputados votaram a favor da reforma trabalhista aprovada no primeiro semestre na Câmara dos Deputados.

A reforma da Previdência, uma das principais bandeiras do governo Michel Temer, deve ir à votação na próxima quarta-feira (6). Para aprová-la, são necessários 308 votos favoráveis em dois turnos, por tratar-se de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição).

Levantamento feito os dias 27 e 30 de novembro indica com 512 deputados (um está de licença sem suplente em exercício), contudo, que o peemedebista não tem o número necessário de votos para aprovar o texto tal como apresentado nas últimas semanas. Ao menos 211 deputados afirmaram que rejeitarão a proposta, o que torna inviável alcançar o apoio mínimo necessário.

 

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