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Elizeu Amarilha quer administração voltada para o pai de família e para o jovem

Candidato pretende resgatar a autoestima do campo-grandense

1 SET 2016
Airton Raes
16h58min
Foto: André de Abreu

O candidato à prefeitura de Campo Grande pelo PSDC, Elizeu Amarilha, tem como principal meta no plano de governo uma administração voltada para o pai de família e para o jovem, resgatando valores e autoestima do campo-grandense. “Essencialmente voltarmos os olhos para as necessidades veementes do pai de família. Que o poder reconheça a obrigação que tem para com as famílias. A gente olha Campo Grande triste. A cidade necessita de uma perspectiva na qualidade de vida”, destacou Elizeu. 

O candidato defendeu a diminuição dos tributos de responsabilidade da prefeitura e criar programas de incentivo para o comércio. “Eu estou disposto a ser candidato a prefeito de Campo Grande, disposto a ser o prefeito de Campo Grande porque precisamos recuperar esse tempo perdido. Precisamos olhar com outro olhar. Do lado do pai de família. O poder público tem a obrigação de cumprir o seu papel. Ninguém olha o lado da família”.

“Precisamos interagir com a população. Diminuir impostos. Dar incentivos para estimular o comércio do Centro. Realmente discutir os problemas das pessoas que vivem na periferia. Precisamos quebrar o paradigma para não chegarmos na situação que estamos hoje, com problemas insolúveis. Enxergo com visão futurista com o conhecimento de quem conhece todas as capitais do Brasil. Campo Grande está parada. estagnou o desenvolvimento da cidade”, disse.  

Elizeu destacou ainda a necessidade de interagir com a juventude e utilizar a mão de obra e conhecimento dos profissionais recém-saídos das universidades, que são formados todos os anos. “Eu sempre disse aos eleitores fazerem reflexão sobre os governantes. Vivemos em um estado de inconformidade. Do que poderíamos ter feito e não fizemos. Do que podemos ser e não somos. E principalmente do que nós podemos ser”.

“Chego para recuperar o tempo perdido, junto com o mundo universitário. Junto desses jovens que estão saindo das faculdades. Temos que criar perspectiva nesse jovem. Principalmente do adolescente na faixa dos 11 aos 16 anos. Precisam do nossos carinho, da nossa atenção. Precisam do nosso amor para que se interessam pela politica. A politica se faz necessária. Vivemos a politica no dia a dia. Precisamos reconhecer que precisamos interagir nesse processo”, continuou. 

Por fim, o candidato destacou melhorar o atendimento da saúde da Capital, através do acompanhamento dos pacientes e de uma maior interação dos servidores junto com a comunidade.  “Queremos que além do espaço físico, haja pessoas para atender. Existe o mobiliário. Existe o prédio. A placa está colocada. Já tivemos prefeito com 1800 placas espalhadas aí. Uma herança maldita de quem já foi médico e não resolveu os problemas da saúde”.

“O estado foi criado para atender a gente. Mas perdeu esse papel. Hoje não serve mais. O estado é nosso dono. Tudo ele nos cobra. Tudo ele nos pede. E quando precisamos não temos o retorno. Na saúde é primordial interagir com a vizinhança que procura o posto de saúde. Precisamos monitorar para saber se os pacientes tiveram seus problemas resolvidos. Fazer um trabalho de base. Fazer gestão”, completou.  

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