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Em 3ª oitiva da CPI dos Taxis, proprietários de alvarás assumem que nunca dirigiram táxis

Cinco pessoas compareceram para as oitivas da CPI

14 JUL 2017
Airton Raes e Rodson Willyams
10h52min
Foto: André de Abreu

Após diversas ausências, cinco pessoas compareceram para as oitivas da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Taxis na Câmara Municipal de Campo Grande. Os proprietários de alvarás negaram a compra dos alvarás, assumindo apenas a aquisição dos automóveis, mas sem citar valores.

O primeiro a prestar depoimento foi Nelson Kohatsu, de 69 anos, que possui sete alvarás. Ele contou eu quatro foram, adquiridos por ele para a família, a esposa e filhos. Os outros três foram adquiridos depois de 2012. Um dos alvarás estava no nome da esposa, que ele assumiu que nunca dirigiu um táxi. Kohatsu contou que o irmão era motorista de taxi e tirava a renda para sustentar os filhos, com isso tirou as concessões para custear a faculdade dos filhos.

Maria Helena Martins Panissa Startari compareceu de forma espontânea e foi a segunda a depor. Ela disse que compareceu após ver seu nome estampado nos jornais e resolveu comparecer de forma voluntária. Ela contou que possui três alvarás. O primeiro em 1989. O segundo adquiriu para o filho dela, que hoje é cirurgião plástico. O terceiro recebeu como espólio do pai, que também era taxista. ela confessou que nunca dirigiu um taxi se utilizando de motoristas auxiliares

Cleoneve Flávio da Silva foi a terceira a participar da oitiva. Ela possui dois alvarás. Também pontuou que um dos pontos é lotado no Shopping campo Grande, que ela adiquiu por meio de licitação junto a prefeitura da Capital, quando abriu ponto no local.

Nelson, Maria Helena e Cleoneve  afirmaram qie além de ter comparado o carro e benefícios, também comparam uma cota de rádio. Em nenhum momento os três citaram valores. E negaram que houve compra de alvarás. Afirmaram que só compravam o carro que por sinal vinha a cedência do alvará.

 

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