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Depois do TopMídia: Luiza Ribeiro vira destaque nacional por ‘fora Temer’ e cargo nacional

Ela ganhou os holofotes do país após ser nomeada secretária da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura

5 JAN 2017
Diana Christie
16h20min
Foto: Deivid Correia/Arquivo
politica-interna1
semana do transito

Como adiantou o TopMídiaNews em 30 de dezembro de 2016, a ex-vereadora Luiza Ribeiro ganhou destaque nacional nesta quinta-feira (5) por suas críticas à administração do presidente Michel Temer (PMDB). Ela ganhou os holofotes do país após ser nomeada secretária da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura.

Em reportagem publicada pelo Jornal O Globo, o portal relembra as diversas declarações polêmicas da ex-vereadora que postou várias vezes, em sua página no Facebook, que não apoiava Temer e desejava que o PPS abandonasse a base aliada. Em março deste ano, ela chegou a afirmar: "Deus me livre, fora Michel Temer, também não tenho bandido de estimação".

Mesmo assim, ao assumir o cargo, Luiza garantiu que não foi hipócrita, atendendo a um pedido da direção do PPS. “Sigo a orientação do meu partido. Estou no PPS há 32 anos e aceitei o convite para participar da construção do Governo Temer, a pedido do ministro da Cultura, Roberto Freire”, justificou.

Na edição de hoje, o Globo destaca críticas a Romero Jucá, líder do governo no Congresso, e a Renan Calheiros, presidente do Senado. Também relembra o episódio em que Luiza Ribeiro chamou o agora prefeito Marquinhos Trad (PSD) de “bicha louca”, quando estavam em lados opostos durante a campanha eleitoral.

Atuação

Ligada à classe artística em Campo Grande e aos grupos LGBT’s, negros e feministas, a ex-vereadora deve justamente trabalhar em prol da diversidade de gêneros e dos Pontos Culturais.  Advogada, Luiza Ribeiro Gonçalves é filiada ao PPS, mesmo partido do ministro da Cultura, Roberto Freire. 

A ocupante anterior do cargo de secretária da Cidadania, Renata Bittencourt, foi exonerada, de acordo com despacho publicado no Diário Oficial de 27 de dezembro de 2016. Renata havia sido indicada pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, que deixou o cargo em novembro após conflitos com o então ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima.

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