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VÍDEO: Mochi pede desculpas a servidores por ‘excesso’ em policiamento na Assembleia

Candidato ao governo de MS comenta sobre ações enquanto presidente da Casa de Leis e promete convocar aprovados em concurso

15 SET 2018
Amanda Amaral
09h30min
Foto: André de Abreu

Com os últimos anos marcados por protestos de servidores estaduais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi (MDB) quer se retratar com as categorias por confrontos ocorridos entre os manifestantes e seguranças. A defesa foi feita pelo candidato ao governo estadual, e então presidente da ALMS, em entrevista ao TopMídiaNews.

A pauta da reforma da previdência dos servidores foi o centro do que acabou em confusão na Casa de Leis, com polícia militar e grades de contenção após episódio de invasão. Duramente criticado pela medida em espaço público, cita que a estratégia foi necessária para respeitar o regimento de decisões sobre o projeto. 

“Até o dia antes da votação, conversei com Fórum de Servidores, o projeto já estava pautado […] Sem policiamento, não daria pra votar. Haveria desmoralização do poder legislativo, mas não gostaria, nunca precisamos. Cada parlamentar votou conforme sua consciência”, diz, citando que foi a favor de emendas que minimizassem o impacto negativo aos servidores. 

Contudo, se responsabiliza por ‘possível excesso’ em confronto que se seguiu, com porta de vidro quebrada, gás lacrimogêneo e arma apontada para manifestantes. “Essa questão de violência assumo responsabilidade e peço desculpa se houve algum excesso, mas é a minha missão, não tem jeito. A mim nunca faltou e nunca faltará capacidade de diálogo”, afirma.

Concurso

Durante seu tempo no cargo, foi realizado o primeiro concurso público na Assembleia Legislativa, mas alguns dos aprovados aguardam na incerteza de serem chamados para ocuparem suas vagas. Foram disponibilizadas 80 vagas, destas ainda cerca de 20 devem substituir os que chegaram a ser convocados, mas logo deixaram o cargo à disposição. 

“As remanescentes farei questão de dar posse até o final de meu mandato. O que se cobra é que há maior número de vagas, mas de reserva, vai até maio. O próximo presidente da Assembleia avalia o que fazer. A partir da posse em 1º de fevereiro, ele chama quem entender”, finaliza.

Assista a entrevista abaixo, na íntegra:

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