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Moka se compromete em ajudar aprovação da reforma trabalhista em comissão do Senado

Senador de MS faz parte da Comissão de Assuntos Sociais e deve votar conforme relator da proposta

20 JUN 2017
Airton Raes
11h02min
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O senador Waldemir Moka (PMDB) afirmou que irá votar junto com o parecer do relator durante a análise da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, nesta terça-feira (20), ou seja, favoravelmente à proposta que muda as regras sobre o relacionamento entre empregado e empregador. “Meu voto será concordando com o parecer do relator”, disse.

Moka informou que os senadores estavam tentando fechar um acordo entre os integrantes da comissão para dar agilidade na tramitação da matéria pela CAS. “Mas isso está sendo tratado pelo relator e presidente da Comissão. Não tenho muitas informações”, afirmou.

O relator da reforma trabalhista, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), com sugestões à Presidência da República de vetos e aperfeiçoamentos por meio de medida provisória.

Pelo acordo firmado, os parlamentares terão pelo menos uma hora e meia para se manifestar sobre a matéria antes da votação. Um dia depois da votação na CAS, será a vez de Romero Jucá (PMDB-RR) ler seu relatório na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A previsão é que a passagem pelas comissões se encerre no dia 28, com a votação na CCJ. A partir daí, o PLC 38/2017 estará pronto para análise no Plenário. A intenção do governo é votá-lo até o início de julho. A oposição quer adiar a votação para o segundo semestre, no retorno das atividades legislativas.

Ricardo Ferraço manteve as recomendações de veto a seis pontos do PLC, como o trabalho insalubre para gestantes e lactantes, o acordo individual para estabelecer a jornada de 12 horas de trabalho por 36 de descanso e a jornada intermitente, apesar de defender a contratação de trabalhadores por esse novo formato. Ele disse, em entrevista veiculada em suas redes sociais, que a contratação diferenciada para determinados setores da economia, como bares, hotéis e restaurantes, é a ideal. Mas, para valer de verdade, exige regras mais detalhadas que podem ser editadas por uma medida provisória.

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