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No colo da multidão, Puccinelli assume PMDB e cogita candidatura ao governo em 2018

André pensa em candidatura e diz qeu acusações que levaram a sua prisão não passam de 'mentiras'

2 DEZ 2017
Dany Nascimento e Airton Raes
10h32min
Foto: Wesley Ortiz

Com gritos de “André, André, André’ e no colo da multidão, foi assim que o ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB) chegou na Nipo Brasileira para assumir a presidência do partido na manhã deste sábado (2), em Campo Grande. André chegou acompanhado do time peemedebista, composto pela senadora Simone Tebet, Senador Waldemir Moka, deputado estadual e presidente da ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), Junior Mochi e deputado federal Carlos Marun.

Sobre concorrer às eleições do ano que vem, na tentativa de voltar a comandar Mato Grosso do Sul, Puccinelli afirma que deixa o nome a disposição do partido e destaca que os peemedebistas retomam as origens com a possível mudança de nome.

“Eu sou apenas um soldado do partido. Coloco meu nome à disposição, mas não tem apenas meu nome para concorrer, o certo é que o PMDB tem candidato ao governo que será anunciado no início do ano. Agora o partido voltará a ser MDB, retornando a suas origens populares”, diz o ex-governador.

Para Puccinelli, dentro do partido, ‘o militante tem o mesmo peso do presidente’.

Acusações

Questionado sobre as acusações na quinta fase da Operação Lama Asfáltica, batizada de Papiros de Lama, que culminou com sua prisão e de seu filho, André diz que tudo não passa de mentiras. “Não é verdade. Eu confio na justiça e confio em Deus”.

Ele foi preso no dia 14 de novembro pela Polícia Federal, acusado de comandar um esquema de corrupção no Estado. O peemedebista passou um dia atrás das grades e foi solto após determinação  do desembargador Paulo Fontes, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que concedeu um habeas corpus em caráter provisório, concedendo a soltura.

 

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