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'Nova Assembleia' favoreceria governabilidade de candidato tucano

Aliados de Reinaldo Azambuja ficaram 15 dos 24 mandatos

13 OUT 2018
Celso Bejarano
11h30min
Foto: Divulgacad/TSE

A composição da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a partir do início do ano que vem tem o PSDB (5) e o MDB (3) como as legendas com maiores em número de mandatos. Os tucanos, em caso da reeleição de Reinaldo Azambuja, sairiam favorecidos levando-se em conta o aspecto da governabilidade. 

Somando as siglas que abarcaram pacto político com o governador, daí o número de aliados subiriam para 15 dos 24 mandatos, expressiva base de sustentação política de governo.

No caso de vitória do candidato Odilon de Oliveira, do PDT, que conta como aliados o PRB e o Pode, os apoios garantidos do juiz federal aposentado somariam dois mandatos.

Ao menos em tese, apoiariam o juiz os estreantes na política, os deputados estaduais eleitos Jamilson Name, do PDT e Antônio Vaz, do PRB.

O governo precisa do parlamento estadual para apoiar suas ideias e projetos. Exemplo: o reajuste salarial proposto pelo Estado aos servidores públicos precisa do aval dos deputados, que podem discordar ou aprovar o aumento. Ou seja, se desalinhados com o governo, os parlamentares podem exigir ganhos melhores aos trabalhadores, desde que obedecida as regras financeiras.

De 2007 para cá, desde a gestão do ex-governador André Puccinelli, do MDB, há 11 anos, o governo estadual não enfrenta qualquer resistência da Assembleia Legislativa dada as alianças fechadas no período eleitoral.

Relação dos deputados estaduais eleitos:

Capitão Contar (PSL): 78.390; Coronel David (PSL): 45.903; Jamilson Name (PDT): 33.870. Renato Câmara (MDB): 33.291; Onevan de Matos (PSDB): 30.813; Zé Teixeira (DEM): 30.788; Lídio Lopes (PATRIOTAS): 27.877; Paulo Corrêa (PSDB): 27.664; Felipe Orro (PSDB): 27.661; Barbosinha (DEM): 27.492; Marçal Filho (PSDB): 25.437; Professor Rinaldo (PSDB): 24.593; Márcio Fernandes (MDB): 23.296; Eduardo Rocha (MDB): 23.347; Cabo Almi (PT): 21.121; Pedro Kemp (PT): 20.969; Londres Machado (PSD): 20.782; Neno Razuk (PTB): 19.472; Herculano Borges (SOLIDARIEDADE): 17.731; Gerson Claro (PP): 16.374; Antonio Vaz (PRB): 16.224; Evander Vendramini (PP): 12.627; Lucas Limas do Amor Sem Fim (SOLIDARIEDADE): 12.391 e João Henrique (PR): 11.010.

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