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Bernal e Olarte são responsáveis por crise econômica em Campo Grande, acusa vereador

O vice-presente da Comissão do Orçamento relata que a CPI das Contas Públicas já havia identificado o problema

23 NOV 2016
Rodson Willyams
19h00min
Foto: TopMídiaNews

Para o vice-presidente da Comissão do Orçamento, da Câmara Municipal, vereador Eduardo Romero, do Rede, a situação financeira de Campo Grande já havia sido antecipada pela CPI das Contas Públicas, ainda em 2015. O parlamentar ainda reforça que as administrações de Alcides Bernal e Gilmar Olarte, contribuíram que a cidade entrasse de vez na crise, e que não houve nenhum tipo de economia administrativa feita por ambos os prefeitos.

Segundo ele, o atual prefeito Alcides Bernal, do PP, resolver 'maquiar as contas' do Executivo. "O Bernal optou pela maquiagem contábil nas prestações de contas quadrimestrais e não expôs os reais danos que estão por vir. A CPI das Contas Públicas, havia alertado isso desde o início e agora, os números começam a aparecer. Há um déficit de R$ 30 milhões nas contas da prefeitura".

O vereador lembrou que desde 2013, a prefeitura de Campo Grande vinha registrando queda no orçamento, mas que em nenhum momento, ambos os governos, apresentaram medidas para recuperar a economia. "Não foi feita uma economia com eficiência, planejamento. Gestão não é criar impostos. Ela poderia ser mais eficientes, no caso das secretarias, será que são necessárias todas elas? Será que os aluguéis em que abrigam os prédios públicos, como autarquias e secretarias, seriam também necessários"?, questiona.

Outra opção que poderia ter ajudado a prefeitura de Campo Grande na economicidade, seria a revisão de contratos feitos prefeitura. "Quando se tem mais contratados, menos contribui para o caixa da prefeitura, tudo vai para a previdência. Mas ou seja, o foi presenciado, foi a falta de planejamento".

Mesmo após o prefeito Alcides Bernal ter sido cassado, e em seu lugar, ter assumido Gilmar Olarte, Romero lembra que o mesmo também não fez esforços para reduzir os gastos com a máquina pública. "Olarte não foi diferente, sempre preferiu trabalhar chegando perto do limite de responsabilidade fiscal, e também, não tomou medidas para reduzir os gastos", revela.

O vereador afirma que a situação econômica de Campo Grande inspira sérios cuidados. "A situação não é tão simples como estão colocando, ela está delicada e comprometida". E finaliza comentando sobre as administrações municipais. "Não sei se faltou experiência, o que faltou foi gestão", finaliza.

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