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Gestantes cadastradas no Bolsa Família podem retirar repelentes gratuitamente nos postos de saúde

Em 2018, 46 casos de dengue foram registrados em grávidas

24 JAN 2019
Da redação / PMCG
14h30min
Foto: Reprodução / PMCG

As gestantes cadastradas no Programa Bolsa Família (PBF) e que fazem acompanhamento do pré-natal nas unidades básicas de saúde podem retirar os fracos de repelentes para reduzir os índices de doenças relacionadas ao mosquito Aedes aegypti, como zika, chicungunha e dengue – que também é preocupante durante a gestação. A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande distribuiu 16.115 frascos do produto em 2018 e registrou de janeiro a setembro, 46 casos de dengue em grávidas e nenhum caso de zika.

A dengue durante a gravidez é preocupante, principalmente se a mulher for infectada no início ou no final da gestação. Com a doença, a coagulação sanguínea fica diminuída o que pode causar o desprendimento da placenta, aborto ou parto prematuro. Por isso, o uso do repelente é recomendado para evitar o surgimento da dengue e de outras doenças relacionadas ao Aedes aegypti durante a gestação.

O maior risco para o bebê está se a mãe for infectada pela dengue ainda no final da gestação, pois, quando ao nascimento da criança ela apresente febres, placas avermelhadas no corpo e tremores nos primeiros dias, necessitando de internação para receber tratamento.

Com a engue durante a gestação, a internação é avaliada pelo médico que acompanha a paciente que pode ou não sugerir a hospitalização para hidratação, acompanhamento e evolução clínica das condições da mãe e do bebê, para diminuir possíveis riscos como aborto ou hemorragia.

Dos 46 casos de dengue em gestantes registrados, 13 foram no 1º trimestre (janeiro, fevereiro e março), também 13 no 2º trimestre (abril, maio e junho) e 20 no 3° trimestre (julho, agosto e setembro).

Para o recebimento do repelente, a gestante deverá comprovar ser beneficiária do Programa e realizar o pré-natal na unidade básica de saúde (UBS) ou de saúde da família (UBSF) mais próxima da residência.  No momento da entrega, a grávida receberá orientação sobre o uso do produto.

Cerca de 1800 gestantes inscritas no PBF podem receber o repelente. Elas precisam realizar as consultas de pré-natal, atualizar a caderneta de vacinação e atender os critérios exigidos.

O repelente é mais uma forma de aumentar a proteção contra o mosquito Aedes aegypti, principalmente com as gestantes, pelo risco de contrair o vírus zika e aumentar possibilidade da microcefalia em bebês.

Mesmo assim, deve-se realizar a eliminação de criadouros do mosquito e adotar medidas simples de prevenção, como manter portas e janelas fechadas e teladas, usar calça e camisa de manga comprida.

Para o recebimento do repelente, a gestante deverá comprovar ser beneficiária do Programa e realizar o pré-natal na unidade básica de saúde mais próxima da residência.  No momento da entrega, a grávida receberá orientação sobre a utilização do produto.

Cerca de 1800 gestantes inscritas no PBF vão receber os repelentes no primeiro mês de atendimento e para ter direito ao produto nos meses seguintes, elas precisam realizar as consultas de pré-natal, atualizar a caderneta de vacinação e atender os critérios exigidos.

O repelente é mais uma forma de aumentar a proteção contra o mosquito Aedes aegypti, principalmente com as gestantes, pelo risco de contrair o vírus zika e aumentar possibilidade da microcefalia em bebês.

Mesmo assim, deve-se realizar a eliminação de criadouros do mosquito e adotar medidas simples de prevenção, como manter portas e janelas fechadas e teladas, usar calça e camisa de manga comprida.

Para não prejudicar as ações já realizadas nas unidades básicas de saúde, a entrega dos repelentes ocorre de forma gradativa e em conformidade com a agenda de trabalhos, respeitando o fluxo normal de funcionamento.

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