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Cartola gremista promete estátua a Renato Gaúcho

Presidente do Grêmio promete produzir homenagem: ‘Vou ter que mandar fazer’

30 NOV 2017
Globo Esporte
07h33min
Foto: Globo Esporte

Campeão da Libertadores como jogador e técnico do Grêmio, Renato Portaluppi deve mesmo ganhar uma estátua. Após a vitória por 2 a 1 sobre o Lanús, nesta quarta-feira, o presidente Romildo Bolzan disse que vai ter de mandar produzir a obra para o ídolo máximo do clube.

– Sai, sim. Vou ter que mandar fazer – disse, ainda no campo.

"Os homens todos que mandam no clube estão aqui. Então, podem deixar que eles estão aqui. Se não sair a estátua dessa vez, eu desisto" (Renato)

Sorridente, o técnico do Grêmio disse em tom de brincadeira que a pressão é grande pela estátua. E deixa a responsabilidade para os dirigentes.

– Quanto à estátua, ontem (terça) mesmo a pressão começou. Hoje então vocês imaginam como está a pressão. Os homens todos que mandam no clube estão aqui. Então, podem deixar que eles estão aqui. Se não sair a estátua dessa vez, eu desisto – afirma.

Feito inétito

Com a conquista da Libertadores, Renato se torna o primeiro brasleiro campeão na competição como jogador e técnico. Nos 57 anos de história do torneio, somente sete profissionais haviam conquistado a distinção.

Portaluppi se iguala agora aos argentinos Humberto Maschio, Roberto Ferreiro, José Omar Pastoriza, Nery Pumpido e Marcelo Gallardo e aos uruguaios Luis Cubillas e Juan Martín Mujica.

Banho dos jogadores

O técnico entrou para conceder entrevista pouco depois das 0h30 desta quinta-feira, 45 minutos após o Grêmio superar o Lanús e confirmar o tri da América. Não conseguiu na primeira vez. O grupo invadiu a sala de imprensa de La Fortaleza e deu um banho no comandante, enquanto gritavam "tricampeão, tricampeão". Empolgado, vibrava com os pupilos, aos risos.

Depois, recebeu uma toalha para se secar e colocou um boné no cabelo ensopado. Ao começar o discurso, sem esconder a alegria, dividiu o prêmio com gremistas importantes, como o superintendente Antônio Carlos Verardi, o ex-coordenador-técnico Valdir Espinosa e o ex-presidente Hélio Dourado e o jornalista Paulo Sant'anna, que faleceram nesse ano.

 

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