Conhecida pelo trabalho espiritual que começou de forma simples e ao ar livre na feira Bosque da Paz, a terapeuta espiritual Regina Horp, de 44 anos, consolidou sua atuação após transformar atendimentos improvisados em um espaço próprio voltado ao acolhimento e à espiritualidade. A trajetória, segundo ela, nasceu da demanda das próprias clientes.
“Minha trajetória começou tirando perguntas nas cartas on-line, mas as clientes queriam uma consulta completa e presencial. Como eu já frequentava o Bosque da Paz, tive a ideia de estender meu tapete lá e agendar os atendimentos naquele espaço”, relata.
O Bosque da Paz marcou profundamente essa fase da vida profissional. Ela conta que o local era mais do que um ponto de atendimento: era um espaço de conexão espiritual e pessoal. “O Bosque da Paz é mágico. Eu ia para me conectar comigo mesma e com a minha espiritualidade. As pessoas chegavam encantadas, diziam que o lugar traz paz e muitas nem conheciam. Fui muito feliz ali e tenho muita gratidão pelas portas que se abriram”, afirma.
Com o aumento da clientela, Regina passou a atender em casa, em um espaço preparado para oferecer conforto e privacidade. Segundo ela, a mudança impactou diretamente a rotina e a qualidade do atendimento. “Tudo mudou para melhor. Hoje posso oferecer água gelada, café, um ambiente reservado. Muitas clientes preferem a privacidade, nem todas querem aparecer. Atendo com hora marcada, uma hora e meia cada cliente, no conforto”, explica.
Os trabalhos amorosos são o principal foco da atuação e, de acordo com Regina, se diferenciam pela forma como são preparados. “Não trabalho com nada que envolva sangue ou bicho morto. Meus trabalhos são feitos com rosas vermelhas, pétalas, velas exclusivas e ervas específicas para cada finalidade. Quem disse que o trabalho precisa ser feio para dar certo?”, questiona. Ela destaca que o cuidado estético surpreende quem busca o serviço. “Quando termino e envio o registro, muitas ficam encantadas, porque não esperavam ver algo tão bonito”.
Além dos trabalhos, ela realiza leitura de cartas e se apresenta como “bruxa”, termo que também batiza o espaço onde atende. Para Regina, o nome representa identidade e conexão espiritual. “Sou conhecida como bruxa ou bruxinha. Não sigo o paganismo como religião, sou uma bruxa feiticeira. A feitiçaria é um estilo de vida, não uma religião, e atendo pessoas de todas as crenças”, afirma.
A profissional reforça que a escuta é parte essencial do atendimento. “Aqui não é só pegar um trabalho. Eu escuto a história da pessoa, entendo o que ela viveu e vive. Só depois indico o melhor caminho. Um trabalho precisa ter alma, coração e entrega”, diz. Segundo ela, o acompanhamento segue até o fim do processo. “Filmo o trabalho completo, com o nome da cliente, mostrando tudo o que foi feito. Trabalho com lealdade e transparência acima de tudo”.
O valor das consultas para abertura de cartas é de RS 200 e, para cada trabalho, há um valor diferente, a depender do tipo de trabalho.
Serviço
Os atendimentos são realizados no espaço Casa da Bruxa, em Campo Grande, mediante agendamento prévio. Interessados em conhecer o trabalho, acompanhar relatos e obter mais informações podem acessar o perfil @casadabruxa2026 no Instagram ou entrar em contato diretamente pelo WhatsApp (67) 99273-5180, canal utilizado para orientações iniciais e marcação das consultas.








