Após uma pausa forçada na fila do transplante de pulmão, Nilza Santana, de 49 anos, volta a buscar forças para retomar o tratamento da hipertensão pulmonar idiopática, uma doença rara e grave que limita drasticamente sua qualidade de vida.
Ela já apareceu no TopMídiaNews outras vezes, e voltou para dizer que desta vez, ela está morando em Terenos - a 28 km de Campo Grande.
Mesmo fora da fila, Nilza manteve os cuidados médicos e, no dia 30 de abril, retorna a São Paulo para nova consulta. Para realizar este tratamento, ela utiliza o TFD (Tratamento Fora de Domicílio), que cobre apenas as passagens aéreas.
Os custos com alimentação e transporte urbano são pagos por ela. “Eu não posso ir de ônibus. É cansativo e passo mal. O Estado dá a passagem de avião, mas o resto é por minha conta”, explicou.
Já a medicação depende do SUS, mas quando atrasa, ela é obrigada a comprar por um alto custo, o que muitas vezes a desestabiliza fisicamente e financeiramente.
Aposentada recentemente, Nilza afirma que vive com o apoio da família, especialmente dos sogros, com quem mora desde a perda do esposo. Ela tem uma filha, que trabalha e a ajuda como pode. “Essa doença nos deixa muito limitados. Não posso ficar sozinha. Minha filha trabalha, então moro com os pais do meu marido”, explicou.
Nilza ainda conseguiu consertar o caminhão do esposo, José Serafim dos Santos, que faleceu em junho de 2024, que era uma dívida de mais de R$ 40 mil.
Com a ajuda do genro e do dono da transportadora, o veículo foi colocado novamente para trabalhar, mas a dívida da prestação do caminhão ainda pesa no orçamento familiar.
A quem quiser colaborar, Nilza disponibilizou sua chave PIX: 781.807.401-53 (CPF – Nilza Santana, Banco Nubank).







