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Entre clássicos e desconhecidos, jovens falam de livros favoritos

Melhores livros

12 janeiro 2014 - 06h00Por Renan Gonzaga

Tem pessoas que criam metas para realizar durante o ano. João Rodrigo, de 31 anos, fez algo parecido, mas com livros para ler em 2014. “Quero que pelo menos metade deles sejam concluídos”, brinca o farmacêutico que pretende ler pelo menos 20 antes de terminar o ano.


Segundo ele, tornar a leitura um hábito diário vai ajudar a cumprir a meta. E, apesar de não ter concluído a lista de 2013, acredita que em 2014 vai realizar todas as promessas. “Eu não consegui vencer no ano passado, vou tentar novamente, incluindo na lista de agora os que faltaram”.


“Em 2014 quanto mais livros, melhor”, é o discurso da estudante de direto Karen Oliveira, de 25 anos que, junto com João Rodrigo e o estudante Carlos Franco, escolheram uma lista com os títulos favoritos para indicar como leitura neste ano. Os livros vão dos clássicos aos menos conhecidos.


Foto: Renan Gonzaga


1. CHATÔ - O REI DO BRASIL - O livro de Fernando Morais conta a história de vida de um dos brasileiros mais poderosos do século passado. Dono de um império de quase cem jornais, revistas, estações de rádios e televisão e fundador da MASP, Assis Chateaubriand, ou apenas Chatô, sempre atuou na política, nos negócios e nas artes como se fosse um cidadão acima do bem e do mal. “É um livro indispensável para qualquer jornalista”, afirma o estudante Carlos Franco.


2. O TERCEIRO TRAVESSEIRO - Baseado em fatos reais, o romance de Nelson Luiz De Carvalho desafia rótulos e hipocrisias, revelando os conflitos de consciência de Marcus, um jovem comum da classe média paulistana que, com seu melhor amigo, Renato, descobre o amor e compreende que os dois precisarão encontrar o equilíbrio entre o que sentem e o que a família e a sociedade esperam deles. “A pior parte é quando um terceiro personagem aparece”, releva João.


3. DOUTOR JIVAGO - Desde que o governo russo forçou Pasternak a renunciar ao Nobel de 1958 e proibiu sua publicação, o livro ganhou status de romance político. Abrangendo o período entre 1903 e 1943, o mais importante da obra de Pasternak é o drama humano visto através dos olhos de Yuri Jivago. Jovem médico, rico, preso pelos bolcheviques e obrigado a colaborar com a revolução, sendo separado da mulher e, mais tarde, de seu grande amor, Lara. “É um clássico internacional. Leitura obrigatória”, diz Carlos.


4. O AMOR NOS TEMPOS DO CÓLERA - Gabriel García Márquez conta a história de um homem se apaixona pela trança de uma menina de família. O namoro dura algumas cartas, mas ao conhecer seu admirador, a moça rejeita-o e casa com outro. O amor, porém, persiste e dura a vida inteira. “E uma fábula de realismo fantástico, Gabriel García Márquez mostra que a paixão não tem idade”, comenta Karen.


5. A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS - Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros". Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. “O gosto de roubar os livros deu à menina uma ocupação e um propósito: A sede de conhecimento”, complementa Karen.

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