A primeira coleta de sangue pode ser um momento de apreensão para os pais, mas a experiência da administradora Gabriella Pagioro, mãe de primeira viagem, mostrou que com preparo e calma é possível transformar a situação em algo positivo.
O exame aconteceu logo após o filho completar 1 ano, como parte da rotina pediátrica. Gabriella conta que, desde o nascimento, procura transmitir tranquilidade em momentos como vacinas e consultas, para que não se tornem experiências traumáticas para o pequeno.
O atendimento ficou em responsabilidade do enfermeiro Alberto, indicado por amigas e pela pediatra. “Ele chegou super tranquilo, conversou com o bebê e parecia até que tinha hipnotizado o menino. Foi uma experiência muito positiva, viramos fãs nº 1 dele”, relatou.
A mãe lembra que manteve a serenidade durante o procedimento. “Eu fiquei tranquila, até porque ele também estava. Se tivesse chorado ou demonstrado sofrimento, meu coração de mãe iria apertar. Mas, como estava sereno, fiquei em paz.”
Após o exame, a família seguiu a rotina normalmente. “Sempre fazemos como nas vacinas: brincamos e seguimos a vida, sem dar muita ênfase, para não criar ansiedade para as próximas vezes”, explicou.
Gabriella reforça ainda a importância de profissionais preparados para lidar com crianças nesses momentos delicados. Já que uma experiência ruim pode gerar trauma para o resto da vida e explica que muitos adultos têm medo de agulha por conta disso. O cuidado do profissional e a postura dos pais fazem toda a diferença.
Além de sua vivência pessoal, Gabriella compartilha dicas sobre maternidade em seu perfil no Instagram @gabipagioro, onde defende uma criação leve, prática e descomplicada.







