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No mundo do e-sports, desafio agora já é derrotar Inteligência Artificial

No xadrez e no pôquer, I.A. já é campeã e derrota melhores jogadores do mundo

19 novembro 2019 - 13h58Por Vinícius Squinelo

Mercado de entretenimento que mais cresce no mundo, os chamados e-sports (esportes eletrônicos) têm um novo desafio imediato: derrotar a inteligência artificial. Em games como League of Legends, Starcraft e outros, a I.A. está cada dia mais presente. E promete não ser passageira!

A dificuldade e inovação estabelecida pelas I.A.s não são novidades só no meio eletrônico. Em jogos, digamos mais ‘tradicionais’, elas foram responsáveis por derrotar até mesmo os melhores e mais experientes jogadores. É o que ocorre no xadrez e no pôquer.

Levantamento do time de conteúdo da Betway Cassino Online, site de caça níquel, por exemplo, aponta que quando se trata das aplicações de inteligência artificial, até mesmo Garry Kasparov, o maior enxadrista do mundo, foi derrotado. A Betway publicou uma série de artigos sobre Inteligência Artificial que conta um pouco da história da evolução do mecanismo.

O xadrez é o caso clássico do ‘poder’ da I.A., mesmo quando deparado com o jogo conhecido como ‘régua’ da inteligência humana. Veja o caso do confronto como Kasparov, pesquisado pelos profissionais da Betway: 
O Deep Blue, sistema para confronto, foi colocado ‘em ação na Filadélfia, em 1996. Kasparov venceu, embora tenha sido importante a vitória da máquina no primeiro jogo. O evento do ano seguinte era a revanche. Mais do que uma inteligência artificial que recolhe informações e se aperfeiçoa, o Deep Blue era capaz de calcular 200 milhões de possibilidades por segundo. Cada uma era avaliada com sinais de mais ou menos. Por exemplo, perder a rainha era um grande menos. Perder um peão, um menos não tão grande. Ao fim de toda a matemática, a máquina escolhia qual movimento lhe daria o melhor benefício e definia sua próxima ação.

O que pegou Kasparov de surpresa, porém, foi um movimento que não fazia nenhum sentido, ofensiva ou defensivamente. Ele próprio capaz de calcular 15 movimentos à frente não conseguia entender por que a máquina havia feito aquilo e passou a suspeitar que talvez ela conseguisse enxergar o que ele não estava enxergando.’
No caso de Starcraft, famoso RTS da Blizzard, a inteligência artificial também já foi responsável por derrotar os melhores do mundo e abriu novos precedentes. Hoje, inclusive, há um campeonato específico, onde o objetivo não é derrotar seu oponente humano, e sim criar programas para derrotar programas do outro.

Isso mesmo! Já existe um campeonato onde humanos criam I.A. para derrotar uma I.A. criada pelo oponente. Parece loucura, mas isso já ocorre agora mesmo, em 2019.

No caso do LoL, jogo mais jogado no mundo, a I.A. assume a forma importante de análise de dados e comparativos técnicos, facilitando, melhorando e até superando a habilidade humana no game. 
Essa é a nova onda no mundo inteiro: Inteligência Artificial.