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Nas lembranças, primeiro passeio de bicicleta sem rodinha marca pra sempre a memória

Leitores do TopMídiaNews compartilharam algumas experiências

10 AGO 2019
Maressa Mendonça
11h30min
Bianca da Mata e a primeira bike Foto: Arquivo Pessoal

O dia em que se aprende a controlar uma bicicleta é inesquecível para a maioria das pessoas. Seja pelos tombos anteriores, os sentimentos de medo e superação envolvidos ou a importância de quem ensinou. Fato é que esta é uma memória que não se perde tão facilmente em meio a tantas outras lembranças de infância. 

A jornalista e atriz Kiohara Schwaab, de 24 anos, por exemplo, foi ensinada por uma amiga na principal avenida de Campo Grande, a Afonso Pena. “Ela foi delicada igual coice de mula”, brinca fazendo referência à Bruna.

Segundo Kiohara, as rodinhas da bicicleta dela tinham quebrado quando a amiga teve a ideia. As duas foram para uma subida com a promessa de que a mais velha delas não soltaria a outra. “Subimos, montei na bike e ela me largou na descida. Foi ótimo! Fiquei travada na bike só esperando ela cair”. 

Questionada se toda essa emoção deu resultado, Kiohara responde que sim. “Aprendi no susto, mas aprendi”.

A microempresária Jacy Santos, de 29 anos, não consegue detalhar exatamente como foi que aprendeu o equilíbrio sobre duas rodas, mas também não esquece o sentimento. “Tinha uns cinco, seis anos e uma amiga que tinha uma bicicleta rosa. Ela me ensinou sem rodinha mesmo e só lembro da emoção”, declarou, afirmando ter sido uma “época maravilhosa” da vida dela. 

Outra memória semelhante é da estudante universitária Bianca da Mata, de 28 anos. Ela morava em São Paulo quando aprendeu as primeiras pedaladas. “Eu lembro que cheguei em casa um dia e a bicicleta estava lá me esperando, rosa, linda, do jeito que eu queria”.

Quem a ensinou foram os pais. A mãe auxiliava a menina a brincar no quintal da casa enquanto o pai ficava com ela na calçada. “Foi pouco tempo usando rodinhas, mas não lembro quanto. Só sei que com oito anos já estava fera. Andava até sem segurar”, lembra.

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