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24/12/2025 13:00

Pisca-pisca resiste, mas será que árvore sobrevive a gato arteiro?

Apaixonada pelo clima natalino, tutora precisou se adaptar após a chegada de Fígaro

Para Mariana Kemp, o Natal sempre foi sinônimo de casa decorada, luzes acesas e clima festivo que, se dependesse dela, duraria o ano inteiro. Em 2025, porém, a tradição ganhou um novo desafio com a chegada de Fígaro, um gato curioso e cheio de energia que mudou completamente a rotina da decoração natalina.

Mariana foi adotada por Fígaro há alguns meses, quando o encontrou preso à cerca de um terreno baldio próximo à sua casa. à época, ela não queria mais bichinhos, posto que tinha acabado de perder uma cachorrinha com quem conviveu por cerca de 15 anos, mas não teve jeito, o bichano "grudou" nela e se tornou seu parceirinho. Agora, com a chegada da festividade natalina, ela se vê com o desafio de deixar sua casa "no clima" para a época.

Segundo ela, o principal “problema” tem sido a árvore de Natal: antes mesmo de receber os enfeites, o felino demonstrou fascínio pela estrutura de decoração, usando a árvore como ponto de escalada. O resultado tem sido uma cena repetida: praticamente todos os dias, já que a árvore amanhece caída no chão.

O comportamento arteiro do novo integrante exigiu adaptações. O maior desafio, conta Mariana, é conseguir manter a árvore em pé. Entre as soluções cogitadas está a ideia de amarrá-la em algum parafuso na parede, numa tentativa de garantir mais estabilidade e evitar acidentes.

O amor pela decoração, no entanto, segue intacto. Mariana afirma que, por ela, os enfeites natalinos ficariam montados o ano todo. Neste ano, porém, ainda não conseguiu colocar os adornos na árvore, já que o gato acaba destruindo tudo. Por enquanto, a alternativa encontrada foi manter apenas o pisca-pisca aceso durante a noite.

Apesar das dificuldades, a expectativa para o primeiro Natal com o novo integrante da família é positiva. Para Mariana, a data continua sendo sinônimo de amor e união. 

Ela lembra que sua outra gata mais velha, Felícia, também destruiu a árvore nos dois primeiros anos, até perder o interesse. A esperança é que com Fígaro aconteça o mesmo, mas, se não acontecer, a palavra de ordem segue sendo adaptação.

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