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Secretaria de Saúde renova convênio com Cotolengo

O repasse anual de R$ 518.504 mil é destinado para ampliação e qualificação dos serviços oferecidos pela entidade, que atende pacientes com paralisia cerebral

12 JUL 2019
Da redação/Assessoria
09h45min
Foto: Divulgação/Cotolengo

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) assina nessa sexta-feira (12.07) a renovação do convênio com a instituição Cotolengo, em Campo Grande. O repasse anual de R$ 518.504 mil é destinado para ampliação e qualificação dos serviços oferecidos pela entidade, que atende crianças e adolescentes com paralisia cerebral grave vindas de famílias carentes.

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, participa da solenidade de assinatura que acontecerá no Cotolengo, às 9h30. O convênio, dividido em parcelas mensais de R$ 43.208 mil, é revertido para o pagamento de profissionais, aquisição de material de consumo e serviço jurídico terceirizado. São atendidos 160 pacientes entre homens e mulheres de diversas idades. Quase 40 pacientes permanecem diariamente na instituição na modalidade integral- manhã e tarde.

O restante passa pelo Cotolengo para receber os atendimentos específicos como fisioterapia, nutrição, fonoaudiologia, pedagogia, terapia ocupacional, psicologia, enfermagem, assistência social, entre outros. “A entidade faz um dos trabalhos mais importantes no Estado. O recurso repassado a eles é de extrema valia para que os serviços sejam contínuos”, disse o secretário.

História

Em Mato Grosso do Sul o Cotolengo teve início em 20 de julho de 1996, há 23 anos. Mas a instituição foi criada em 1830, em Turim, na Itália, pelo padre José Benedito Cotolengo. A instituição era chamada de “La Piccola Casa”, em italiano, que significa a Pequena Casa. Voltada para os cuidados médicos de pessoas de baixa renda, a obra multiplicou-se pelas mãos de São Luis Orione, fundador da Pequena Obra da Divina Providência, que foi levada para diversos países, inclusive o Brasil.

E foi dessa obra que surgiram os Pequenos Cotolengos, instituição reconhecida e premiada pela excelência do trabalho prestado às pessoas com deficiência e que foram abandonados pelas famílias ou vivem em situação de pobreza extrema.

Há diversos Pequenos Cotolengos no Brasil. Os religiosos orionitas (São Luis Orione) não medem esforços para fazer do Cotolengo uma obra não só de caridade, mas também evangelizadora.

São Luís Orione, proclamado santo pelo Papa João Paulo II, em 2004, afirmava que o Pequeno Cotolengo é um grande púlpito de evangelização, "um holofote a espalhar luz e luz de Deus para todos os lados". Nos Pequenos Cotolengos o carisma orionita encontra sua máxima expressão, "acolhendo os mais pobres entre os pobres, pois no mais miserável dos homens brilha a imagem de Deus”.

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