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13/01/2025 09:30

Xodozinho de autônoma, Cristal precisa de cirurgia para retirar nódulo na mama

Cristal precisa de dois procedimentos para retirar nódulo e cisto

Cristal, cadela de 11 anos, precisa de ajuda para realizar duas cirurgias até a próxima terça-feira (14). Ela apresenta um nódulo na mama e também precisa retirar o útero por conta de um cisto. Ela está tão debilitada, que não consegue mais andar.

Segundo a tutora de Cristal, Daiane Kelly de Oliveira, de 37 anos, que é autônoma, o nódulo na mama estourou e está aberto. Já o cisto no útero está soltando um líquido e o medicamento não está mais ajudando, por isso precisa ser retirado.

Segundo o veterinário, esses problemas são resultados de Cristal não ter sido castrada e nunca ter tido filhotes. 

As cirurgias, juntas, custam R$ 1500. Daiane precisa conseguir esse dinheiro até terça-feira, mas não tem condições de arcar sozinha com os custos, por isso, está pedindo ajuda de quem se solidarizar com a causa.

Daiane está aceitando doações de qualquer quantia pelo PIX 016.041.181-56. 

Atualmente, Cristal está internada em uma clínica veterinária, aguardando as cirurgias, pois está muito debilitada, tanto que não está conseguindo andar.

Daiane também relatou que procurou meios públicos para fazer os procedimentos em Cristal, porém, encontrou empecilhos.

Na Subea (Subsecretaria do Bem-Estar Animal), ela afirmou que: "o veterinário olhou com uma cara de nojo a ferida dela, que tá aberta, olhou com uma cara de nojo e descaso. Aí ele pegou e falou que é caso cirúrgico. Aí pegou e passou o telefone do particular".

Segundo a tutora, no local, os funcionários afirmaram que o dia em que ela foi era somente para castração e que não havia data para a realização de cirurgias. 

Já no CCZ (Centro De Controle De Zoonoses), ela foi informada que Cristal não estava "debilitada o suficiente" para fazer uma cirurgia no local. E que eles só poderiam realizar a eutanásia, o que não foi aceito por Daiane.

Confira na íntegra a nota da Subea

A Subea informa que em relação à cadela Cristal, a mesma foi trazida na unidade pela sua tutora para atendimento e orientação. Entretanto, a tutora buscou a unidade para atendimento no dia de quarta-feira, e como estabelecido/publicado via resolução de funcionamento (resolução n. 054/2023/SEGOV/SUBEA), além de ampla divulgação nas redes sociais e grupo de WhatsApp com as protetoras cadastradas, a unidade dispõe deste dia semanal para o atendimento exclusivo de Organizações Da Sociedade Civil (OSC) e Protetores Independentes que possuem cadastro na Subsecretaria do Bem-Estar Animal (SUBEA).

Porém, a tutora recebeu pré-atendimento do Médico Veterinário, o qual constatou mediante a avaliação física que o animal apresentava um processo neoplásico, sendo esta uma alteração resultante da impossibilidade de encaminhar o animal para ser esterilizado (castrado) por meio do programa de castração vigente na SUBEA, tendo em vista que esse procedimento não faz parte do projeto.

Diante da colocação sobre o convênio com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – (UFMS), ressalta-se que a mesma encontrava-se em recesso no período de natal e ano novo, retornando suas atividades nesta semana. O encaminhamento de pacientes por meio do convenio está previsto no ART. 3° ad resolução de funcionamento da Unidade de Bem-Estar Animal (resolução n. 054/2023/SEGOV/SUBEA), observando que tal encaminhamento será realizado mediante a disponibilidade de vagas e ou serviços. 

Já sobre o CCZ, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) esclarece que a eutanásia de animais é um procedimento que só é realizado em situações específicas, com base em critérios técnicos e legais que visam garantir o bem-estar animal e proteger a saúde pública.

De acordo com os protocolos adotados, a eutanásia pode ser indicada nas seguintes condições: 

1. Quando o animal apresentar sinais clínicos ou exames que confirmem a presença de uma doença zoonótica relevante para a saúde pública do município. 
2. Em casos de doenças irreversíveis que comprometam severamente o bem-estar do animal, desde que seja apresentado um laudo emitido pelo médico veterinário responsável pelo tratamento. O documento deve conter o histórico clínico detalhado, todos os tratamentos realizados e a justificativa de que não há perspectiva de reversão do quadro de saúde. 

No caso em questão, foi constatado que o quadro clínico do animal não caracteriza comprometimento irreversível de seu bem-estar, e a condição apresenta possibilidade de tratamento. Por esse motivo, não foi orientada a realização de eutanásia.

 

*Matéria atualizada no dia 15 de janeiro, às 8h16*

 

 

 

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